quinta-feira, 2 de abril de 2009
O Pior do Brasil é o Brasileiro...MESMO !!!
1 - "Brasileiro é um povo solidário"
MENTIRA !!! Brasileiro é babaca !!! Para começo de conversa, elege para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade, admite publicamente que odeia ler jornais e não possui preparo sequer para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida. Porém não justifica de forma alguma o comportamento dele atualmente.
Ao invés de cobrar do próprio governo e da própria sociedade uma solução concreta para a pobreza que assola o país, o tupiniquim crê que é normal pagar passivamente 40% de sua renda anual em tributos e ainda dar esmola para morador de rua, sendo que este utiliza essa "doação" muitas vezes para comprar cachaça num buteco de esquina ou ir para boca de fumo adquirir um cigarro de maconha.
E ainda aceita que as famigeradas ONG's de "Direitos Humanos" fiquem dando palpites na forma como é tratada a criminalidade aqui...Não protestar e fica indiferente cada vez que o Governo (seja qual esfera) compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária...É coisa de gente otária, mesmo !!!!
2 - "Brasileiro é um povo alegre"
MENTIRA !!!! Brasileiro é comédia em escala universal !!! Fazer piadinha de péssimo gosto com as imundicies que acontecem todo dia nessa joça de país é a mesma coisa que tomar tabefe na cara e dar risada. Quando algum brasileiro faz bobagem no Exterior e é condenado, ficam insistentemente avacalhando os demais países através de ofensas xenofóbicas e bairristas. Quer um exemplo ? O papelão de uma boçal que por dias ficou se fazendo de vítima na Suíça e posteriormente foi comprovado que tudo não passou de uma tentativa de querer atenção a qualquer cuso, ficou evidente que brasileiro não sabe se comportar fora dos limites territoriais nacionais...Depois, somos obrigados a ouvir brasileiros a fazer comentários imbecis, piadinhas jocosas e rórulos ridículos a respeito de várias nações (Principalmente Argentina) e ainda achar graça e ficar de nariz em pé com arrogância e prepotência de dar inveja a estadunidenses, é a mesma coisa que contar piada e ainda comemorar com champagne no velório da mãe. Brasileiro possui um sério problema de complexo de inferioridade. Quando surge algum escândalo, seja qual for, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, das duas uma: ou faz discursos pseudo-moralistas ou ri feito idiota...
3 - "Brasileiro é um povo trabalhador"
MENTIRA !!!! Brasileiro é vagabundo por natureza e por excelência. O Brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram do nada e se materializaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do próprio povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado federal e um senador receber mais de R$ 25 mil/mês, para trabalhar somente 2 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria a mesma coisa. Um povo que se conforma em receber uma mixaria do Governo de alguns poucos reais para ficar encostado e não aproveitar esse benefício para tentar alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa-família, bolsa-escola, bolsa-disso, bolsa-daquilo e demais "bolsas") não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo;
4 - "Brasileiro é um povo honesto"
MENTIRA !!! Já foi um dia..Atualmente é uma qualidade em baixa no país !!! Se você oferecer uma nota de 50 Euros a um policial francês para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pêgo, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com os escândalos de desvio de dinheiro, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria, passar por sua cabeça !!!
5 - "90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora"
MENTIRA !!! Já foi !!! Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros do Rio quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai (1865-1870) ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é bem diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como "aviãozinho" do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá pra fora, porque podem matar 2 ou 3 (no máximo) mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
6 - "O Brasil é um país democrático"
MENTIRA !!! Num país democrático que se preze, a vontade da maioria é Lei. A maioria dos brasileiros pensa que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado sumariamente. Num país onde todos têm direitos mas ninguém possui obrigações, não existe democracia e sim, uma autêntica bagunça. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do "politicamente correto", concluiremos que a estrutura política brasileira é digna de uma mescla de Sociedade Feudal da Idade Média com Absolutismo da Idade Moderna e isso é vivido da seguinte forma: um Rei que detém o poder central (Presidente e suas Medidas Provisórias), seguido de Clero ( de todas as Religiões), Barões, Duques, Condes, Viscondes, Arquiduques e Senhores Feudais (Ministros, Senadores, Deputados, Prefeitos, Vereadores, Secretários, Suplentes)...Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder...E ainda somos obrigados a votar !!!!!
Democracia isso ?! Pára e pense um pouco !!!!
7 - O famoso "Jeitinho Brasileiro"
Um dos maiores responsáveis, senão o maior, pelo caos que se tornou o Brasil como país. Brasileiro pensa que é malandro, muito espero. Faz um "gato" puxando a TV a cabo do vizinho e pensa que está botando pra quebrar...Outro exemplo trivial: um dia o caixa da padaria erra no troco e devolve uns 6 reais a mais...Silenciosamente o "favorecido/a" sai de lá com a felicidade de ter ganho na Mega Sena..."malandrões", esquecem que pagam a maior taxa de juros do Planeta e o retorno é ZERO. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí ?! Afinal somos penta campeões no futebol, né ? Grande bosta....
8 - "O Brasil é o País do Futuro"
Meus antepassados diziam isso quando vieram da Espanha na década de 1950...Tem momentos que chego a imaginar em como seria a indignação e revolta deles se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram...Brasil, o "País do Futuro" ?! Hoje o tal "Futuro" chegou e temos uma das piores taxas de crescimento do Mundo.
9 - "Deus é Brasileiro"
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
10 - Conclusão
O Brasileiro merece !!! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar !!!!
Se você, que lê isso aqui, não é como exemplo de brasileiro mencionado nesse artigo, meus sinceros sentimentos, continue fazendo a sua parte, e que um dia haverá uma reunião de pessoas que ainda pensam por um ideal separatista, que não se compactuam mais com um poveco que se comporta como parasitas e são vistos com vergonha pelos países vizinhos sul-americanos...O que adianta esse país possuir riquezas natuais se o próprio povo gosta de se comportar de uma maneira tacanha e idiota ?! E o que adianta aspirar ser "Potência" se possui uma das maiores taxas de desigualdade social do Mundo ?! E mais do que isso: Porque forçam Sulistas e uma parcela de Paulistas a se identificarem culturalmente algo que não tem a ver com eles ?!
É possível se libertar desse jugo feudal tupiniquim, sim !!! Apenas falta boa vontade...Será que é tão difícil assim ?!
SUL É O MEU PAÍS !!!
terça-feira, 31 de março de 2009
Cemitério do Paquetá - Biografia - Por Novo Milênio

Costumava-se enterrar os mortos nas igrejas, pois ainda não havia um cemitério público em Santos. Mas, com o passar dos anos, os enterros - que na época eram feitos na Igreja do Valongo - já estavam saturados e precisavam urgente que se construísse um cemitério público na cidade. (Segundo o Almanaque de Santos 1971, de Olao Rodrigues, que "antes de 1853 os enterramentos eram feitos no chamado quintal de Santo Antônio, atrás do antigo Convento (ala destruída para construção da Estrada de Santos a Jundiaí); antes de 1850 as pessoas classificadas eram enterradas nas igrejas e nos adros e pátios das igrejas: Carmo, Santo Antônio, Matriz N. S. das Graças, Rosário, São Francisco, São Bento").
Em 1851, os vereadores da Câmara Municipal adquiriram um terreno perto do Rio dos Soldados, onde perto já se encontrava o antigo Cemitério dos Estrangeiros ou Cemitério dos Protestantes, e deu-se início à transação comercial do terreno.
Em 1853, construiu-se o muro, colocou-se a grade e o portão de ferro, e somente uma parte foi aterrada, dando-se, no dia 18 de outubro deste mesmo ano, a benção solene e os primeiros enterramentos.
Em 1854, a Câmara conseguiu verba para a construção da Capela de Santo Cristo. O regulamento de funcionamento do cemitério foi publicado pela Câmara na sessão de 1º de dezembro de 1854 e o regulamento definitivo foi aprovado, pela Assembléia Provincial, na sessão de 16 de fevereiro de 1855. O primeiro inspetor do Cemitério do Paquetá foi José Justiniano Bittencourt. No mesmo ano, devido à epidemia da cólera, foi aterrada e preparada às pressas mais uma quadra do Cemitério. Em 1858, foram trasladados os ossos dos mortos sepultados no antigo Cemitério de Santo Antonio do Valongo, em solenidade no dia de Finados.
Sua abertura: "Livro 1 - Serviço de Assentamentos de Óbitos do Cemitério do Paquetá - 1854/1864 - Registro de Óbitos. Este livro por mim numerado e rubricado com o meu apelido Martins. Servirá para nele serem lançados os assentos das pessoas que no cemitério público se enterrarem. Santos, 30 de novembro de 1854 - assinatura de Francisco Martins dos Santos - presidente Interino da Câmara Municipal". Os assentamentos nesse livro se iniciaram no dia 8 de dezembro de 1854 e terminaram a 7 de janeiro de 1864.
Em primeiro de novembro de mil e oitocentos e cinqüenta, Bárbara Fomm doa à Fundação ou Instituição do Cemitério dos Estrangeiros de Santos dez braças, um terreno contíguo ao antigo, já pertencente a eles, segundo a escritura acima e no total ficou de frente para a Rua Henrique Dias e do outro lado para a Praça Iguatemy Martins - logo, o local desse cemitério seria vizinho onde hoje é o do Paquetá.
segunda-feira, 30 de março de 2009
4º Visita Cemiterial - Cemitério do Paquetá - Santos - SP - 29.03.2009

- Realmente foi a visita mais produtiva até o momento nessa saga cemiterial que estamos realizando...Muito embora tenha tido alguns pequenos problemas de última hora e pelo imprevisto básico de que o entorno do cemitério do Paquetá esteja repleto de pessoas no mínimo suspeitas...Fora isso, nada de muito anormal dentro dos parâmetros...
- De longe, Paquetá é o mais rico em História e Arte Tumular do Litoral Paulista (contando Baixada Santista, Litoral Sul, Litoral Norte e Vale do Ribeira) por conta da beleza dos seus túmulos, de toda uma peculiariedade da distribuição dos jazigos e inclusive pela quantidade de pessoas famosas locais estarem enterradas lá. É verdade que há casos de descaso gritante, como fotos depredadas, túmulos carcomidos pelo mato e lodo e pela chantagem emocional religiosa de que tudo tem q ser do jeito q a "Igreja" quer, pois se não pagar uma taxa anual, corre o risco de ter os despojos serem transladados pro ossuário geral...Isto é, cairia no mais puro esquecimento...O atendimento local é razoável, embora haja uma vigilância bem reforçada (menor em relação à Filosofia), mas agradável ao mesmo tempo...E é o local onde tem maior concentração de gatos !!! E os felinos são os verdadeiros vigilantes do cemitério, além da arborização considerável na primeira parte da necrópole...Isto porque não exploramos direito nem uma parte considerável do local pois a nossa estadia a parte final iria ficar tardia demais e deixamos isso para outra ocasião, pois a riqueza tumular e afins é única de toda Região...Tanto é q apenas houve 1 enterro no dia e o desenrolar dos trabalhos foi bastante tranquilo ao longo do período em que estivermos por lá...E concluímos que o melhor do Paquetá e Vila Nova é o Cemitério !!!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Projeto Cemiterial - Pinhais - PR
Bem, até domingo, com possibilidade boa de novas imagens da Parte IV do Projeto =)
quarta-feira, 25 de março de 2009
Povos Celtas - Bretanha (Breizh)

É a região francesa que beneficia de uma maior costa litoral. Distinguem-se tradicionalmente as regiões costeiras (o Armor - o mar) das regiões centrais (o Argoat - floresta).
Economia
A economia centra-se na agricultura, na indústria agro-alimentar, no turismo estival, junto à zona costeira e alguns pólos tecnológicos avançados (Rennes, Lannion).
Bem antes dos Celtas, as primeiras populações erigiram aí monumentos megalíticos, como os menires e os dólmens. Não é pacífico que estes monumentos tivessem significado religioso, mas é muito provável que sim. A religião druídica expandiu-se com a chegada dos Celtas, tanto na Gália como nas ilhas britânicas. A dominação da península da Bretanha pelos Romanos não deixou grandes marcas na religião destes povos. Com o fim da Gália romana, as tribos que se estabelecem na Armórica, vindas da Grã-Bretanha, trazem consigo uma nova religião – o cristianismo - que irá suplantar progressivamente as outras crenças tradicionais. Contudo, o paganismo druídico coexistirá durante muito tempo com a religião dominante, de forma mais ou menos pacífica. Ainda hoje existe um grande acervo de lendas e tradições locais que evocam práticas religiosas druídicas. Os cristãos da Bretanha são, maioritariamente, católicos. A santa padroeira da Bretanha é Santa Ana, que é apresentada pela tradição como a mãe da Virgem Maria, mãe de Jesus.
A Bretanha é composta, em termos históricos, por duas áreas linguísticas: a Baixa-Bretanha ou Breizh Izel, a oeste (Finisterra, Morbihan e a parte ocidental de Côtes-d’Armor) onde se fala uma língua céltica, do grupo britónico (aparentado ao galês e ao córnico) designada como bretão (ou bretão armórico); e a Alta-Bretanha ou Breizh Uhel, a leste (Ille-et-Vilaine, Côtes-d’Armor e Loire-Atlantique) onde se falam dialectos românicos (langues d’oïl) conhecidos como "Gallo". A hegemonia da língua francesa, porém, quase fez desaparecer estas línguas, como aconteceu, aliás, com outras línguas regionais, sobretudo a partir do fim do século XIX. No entanto, o bretão teve um certo renascimento depois da Segunda Guerra Mundial, com um surto importante a partir da década de 1970. Os defensores do "Gallo" começaram-se a ouvir a partir da década de 1990. Os dados fornecidos pelo inquérito Etude de l'histoire familiale efectuado pelo organismo INSEE em 1999 indicam mais de 260.000 falantes do bretão com mais de 18 anos nos 5 departamentos da Bretanha (incluindo o Loire-Atlantique) e 295.000 no resto da França. Acrescentam-se a estes os alunos de escolas bilíngues (8.874 alunos no início do ano lectivo de 2003/2004), além dos alunos que aprendem bretão em estabelecimentos públicos do primário (mais de 7.600 em 2002/2003) ou do secundário (mais de 8.000 em 2002/2003).
A nível musical, a tradição (de raízes celtas) da música de dança cantada (kan ha diskan, ou canto e contra-canto) ou interpretada simultaneamente com dois instrumentos tradicionais da Bretanha : o biniou (tipo de gaita de foles, também chamada de cornemuse bretã) e a bombarda (tipo de oboé) é muito tocada, tanto na Alta como na Baixa Bretanha. Os bailarinos juntam-se nas chamadas fest-noz (festa nocturna) ou nas fest-deiz (festas diurnas).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bretanha
segunda-feira, 23 de março de 2009
Fantasma do Cemitério do Paquetá - Video
Link: http://www.youtube.com/watch?v=dVBEAjfN5kU
sábado, 21 de março de 2009
Rammstein - Biografia

sexta-feira, 20 de março de 2009
Eduardo Azedo, ops, Azevedo é escravo das Gravadoras falidas !!!
terça-feira, 17 de março de 2009
Cemitério da Filosofia - Biografia - Por Novo Milênio
- Até 1892, só existia em Santos o Cemitério do Paquetá, mas quando o crescente número de sepultamentos aumentou devido às grandes epidemias da época, houve a necessidade da construção de outro, que seria o da Filosofia ou Saboó, como é mais conhecido, por estar localizado no Bairro do Saboó. A partir daí, o Cemitério do Paquetá passou a ser somente da elite local na época.
- O nome original desse cemitério era Cemitério Municipal da Philozophia (na época a palavra "Filosofia" era escrita dessa forma); data de 10 de abril de 1892 a sua inauguração pelo então Intendente Municipal, com o sepultamento de um menino de 10 anos de idade apenas. Quando inaugurado, compreendia apenas 7.000 m². Depois, foi desapropriada a Chácara da Filosofia, passando a contar, então, com 24.000 m² e foi entregue oficialmente à população, em 1896.
- Atualmente, tem mais ou menos 40.000 m². (N.E. Informa o Almanaque de Santos 1971, de Olao Rodrigues, que o cemitério "foi feito em duas etapas. A primeira, bem ao fundo, na parte em que se acha a capela ainda hoje, em terreno desapropriado pela Câmara e pertencente ao Bacharel Frederico Cardoso de Meneses, inaugurado em 1892. A segunda etapa foi iniciada tempos depois, com compra de mais um pedaço de chão e aproveitamento da parte da frente da Chácara da Filosofia, desapropriada pela Câmara em 1892, a Dona Ana Brandina de Barros Silva. A inauguração da segunda parte, muito maior (a da frente), verificou-se em 1896").
- A campa mais visitada é a de nº 624, quadra 6, onde estão os restos mortais de Maria Mercedes Fea - vítima do famoso Crime da Mala, ocorrido em 1928 -, a quem milhares de pessoas creditam graças alcançadas.
- No dia 10 de abril de 1992, o Cemitério da Filosofia, ou Saboó, comemorou o centésimo aniversário; e 3/4 de suas campas (cerca de 75%, aproximadamente) são perpétuas. E até 1968, não havia portão de entrada e saída do cemitério e havia circulação livre da população local..Na mesma época, houve a limitação da perpetuação de campas pela falta de espaço que estava sendo o agravante na necrópole.
- No Cemitério da Filosofia também tem outra campa considerada muito visitada por causa de graças recebidas. É a campa da menina Janaína, nascida a 23/9/1936 e falecida a 23/3/1939. Como campas notáveis temos o Mausoléu do Esportista Amador de Santos - campa de 1964. A outra é o Mausoléu dos Maçons.
domingo, 15 de março de 2009
3º Visita Cemiterial - Cemitério da Filosofia ou Saboó - Santos - SP - 15.03.2009
Antes de qualquer coisa, quero esclarecer que esta visita foi a mais embaçada até agora já feita por problemas de embaço burocrático, pelo nível de segurança que está sendo feito pela prefeitura municipal em questão e por olhares tortos de pessoas que estavam no local que ao invés de olharem pras próprias vidas, perdem seu precioso tempo recriminando a atividade alheia. Sem mais chiadeiras, vamos pra frente...- O embate começou quando a pessoa que vos escreve passou na administração do cemitério nos dias que antecederam a visita e fui bem recebido pelo pessoal responsável, porém o que emperra qualquer possibilidade de agilizar o projeto pro local é justamente a burocracia e a falta de discernimento por parte da população municipal em sua maioria que apenas compreende de que cemitério é apenas "depósito de mortos" e possui essa mentalidade tacanha por toda vida...E ainda mais que pessoas que somente querem aparecer decretaram o encarceiramento do local com arames farpados, câmeras de segurança, guardas municipais em rondas de jornadas duplas e até guarita de vigilância !!! Pra vocês terem noção de que isso virou caso de polícia, até...
- No domingo, mesmo com todo entrave burocrático, eu e o Pedro fomos ao local e logo percebemos que estava muito difícil de andar ali pois iria ter enterro logo mais (teria mais outros 2 mais adiante) e o clima, além de não estar das melhores, havia uma certa hostilidade por parte de algumas pessoas...De qualquer forma, fomos sentar num dos bancos da via de acesso a boulevard principal, que corta praticamente o cemitério todo de cabo a rabo !!!
- Vimos algumas figuras tarimbadas no local, um maltrapilho que ficava andando de lá pra cá na necrópole sabe-se lá porque, um funcionário de folga que ficou na cola da gente por algum tempo e depois q conversamos o nosso real intuito, ficou sossegado, uns pré-adolescentes que ficavam zoando pelo cemitério sabe-se lá pra q e ainda conhecemos a pessoa que cuida da tão falada campa da Maria Mercedes Fea (a do Crime do Mala) e percebemos que todos os funcionários ali são pessoas simples e que apenas cumprem ordens superiores por razões que todo mundo está careca de saber e não vou ficar aqui repetindo a mesma ladainha.
- O cemitério em si é o que possui a maior quantidade e diversidade de túmulos da Baixada Santista, provavelmente. Porém, peca por duas coisas: pelo descaso por parte dos gavetões na maioria dos locais destinados aos carneiros e pelo abandono por debaixo dos panos de túmulos seculares para dar espaço a jazigos de famílias tradicionais de Santos e região. Realmente é uma pena pois o local tinha tudo para ser uma referência maior como cemitério (maior do que Paquetá, inclusive) na Região. E no contexto geral, merece um conceito bom, mas está longe de ser um exemplo de Cemitério até mesmo nos patamares brasileiros, como Consolação e Araçá em São Paulo e São João Batista, no Rio de Janeiro.
Local: Cemitério da Filosofia (ou Saboó)
Município: Santos - SP
Ano de Inauguração: 1892
Bairro: Saboó
Gestão: Municipal
Pontos Fortes: Arte Tumular em quantidade e qualidade para padrões regionais, vias de acesso amplas, diversidade tumular, preocupação com segurança e atendimento razoável.
Pontos Fracos: Inexistência de algum local de serviço (incluindo bebedouros), por trás da beleza dos mausoléus há locais abandonados, burocacria, local ao seu entorno e grosseria por conta de alguns visitantes.
Nota: 8,0
Motivos: Tudo bem que não é um primor de cemitério, mas também não é nenhuma penúria. Há pontos bem interessantes e sem contar que uma parte considerável da História Santista está ali e inclusive dá para compreender que o local não se limita somente a História da Maria Mercedes Fea. Em seus mais de 26.000 m² em área, a Filosofia é muito mais...Vale a pena visitar, desde que seja safo e torcer para que não surja algum funcionário te urubuzando em vários momentos do dia.
Galeria de Fotos: http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=11014757447727759099&aid=1237131028
sexta-feira, 13 de março de 2009
Cemitério da Consolação - Documentário
Parte 1 : http://www.youtube.com/watch?v=dWsZSk1lMko
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=KnXhrWC56Sc
Parte 3 e Final: http://www.youtube.com/watch?v=O1oWeLTiy-Y
Espero que gostem desse documentário...Até domingo...Espero que possa ter + novidades na terceira jornada =)
quarta-feira, 11 de março de 2009
Povos Celtas - Galícia (ou Galiza)
No entanto o termo celtae era muito genérico para identificar a grande variedade de assentamentos celtas em Europa, pelo que cedo começaram a ser classificados em função das suas línguas ou das deidades que veneravam. Desta forma nas ilhas Britânicas podiam-se encontrar celtas goidélicos e bretões entre outros clãs, enquanto os da Península Ibérica seriam conhecidos como καλλαικouι (kallaikoi), tal como relata Estrabão no século I a.C..
Enquanto kallaikoi era apenas a denominação dos clãs celtas galaicos situados em torno da desembocadura do rio Douro, este termo acabou identificando a todos os do noroeste peninsular.O motivo deve encontrar-se na sua localização, uma privilegiada zona de passagem fluvial e marítima que favoreceu a preeminência da populi (população) chamada Cale (atual Porto),cujos habitantes já seriam chamados caleci ou gallaeci por Plínio. Isto derivaria depois nos etónimos Calecia ou Gallaecia (Galiza) ao norte e Porto Cale (Portugal) ao sul.
A denominação do território consolida-se em 239 d.C. com a reforma administrativa empreendida por Diocleciano quando é criada a província Gallaeciae segregando-a da Tarraconense ao abarcar os conventus Bracarense, Asturiacense e Lucense. O topónimo conservar-se-á inclusive em árabe: nos mapas e textos dos cronistas do Califado de Córdoba, aparecerá como Jalikiah, Yiliqui ou Yilliquiyya. Posteriormente derivaria em Galiza, e em francês, Galyce.
Em quanto à etimologia, a teoria mais consolidada (de Higino Martins, 1990) indica que Galiza procede da raiz indo-europea kala (‘refúgio, abrigo'), que passou às línguas gaélicas como gall (mãe, terra). Esta teoria é aliás coerente com as que vinculam o étimo à Deusa Mãe dos celtas, Cal-Leach, como ao radical já latinizado Cale, de cuja análise se identificam os significados de pedra', ‘ ‘rocha' ou ‘duro' em coerência com a orografia granítica sobre a quais se assentavam estes clãs.
Órgãos de governo próprios: Junta da Galiza ou Xunta de Galicia (em galego) e o Parlamento Galego.
Atualmente, o Estatuto de Autonomia de Galiza define a Galiza como "nacionalidade histórica". Os dois partidos que acordaram um governo de coligação (bipartido, PSdeG-PSOE e BNG) consideram urgente realizar um novo estatuto de autonomia regional e ambos defendem a consideração da Galiza como nação diferenciada no estado espanhol, tal como expuseram publicamente no chamado debate da investidura, em que foi eleito presidente Emilio Perez Touriño (PSdG).
No quadro da Constituição espanhola de 1978, o Estatuto da Galiza, reconhece a esta Comunidade Autônoma sua condição de Nacionalidade Histórica. Diz que os poderes nos quais se baseia são o próprio Estatuto, a Constituição e o povo galego. Estabelece um quadro democrático de solidariedade entre todos quantos integram o povo galego.
Teve seu precedente no Estatuto de Autonomia da Galiza de 1936, aprovado em 28 de Junho de 1936 por maioria em referendo.
Não existe consenso quanto à relação entre a língua galega e a língua portuguesa. A postura oficial na Galiza afirma a total distinção entre ambas línguas, não havendo nenhuma menção desta semelhança no Estatuto autonômico, o qual prevê apenas a Real Academia Galega como competente para determinar a normativa da "língua própria" da Galiza. Porém no atual acordo ortográfico (2003) é feita uma referência ao português como critério utilizado à hora de elaborar a norma.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Rammstein - Sehnsucht (1997)
Banda: Rammstein
Origem: Berlim, Alemanha
Álbum: Sehnsucht ("Saudade" em alemão)
Lançamento: 22.08.1997
Gravadora: Motor Music/Slash Records
Componentes: Till Lindemann (vocais), Richard Zven Kruspe (guitarra solo), Paul Landers (guitarra base), Oliver Riedel (baixo), Christoph "Doom" Schneider (bateria) e "Doktor" Christian "Flake" Lorenz (teclados, recursos eletrônicos)
Faixas
1 - "Sehnsucht" ("Saudade") – 4:05
2 - "Engel" ("Anjo") feat. Bobo – 4:25
3 - "Tier" ("Animal/Besta") – 3:48
4 - "Bestrafe mich" ("Me Castigue") – 3:37
5 - "Du hast" ("Eu Tenho/Eu te Odeio") – 3:56
6 - "Bück dich" ("Drobrando") – 3:23
7 - "Spiel mit mir" ("Joga Comigo") – 4:46
8 - "Klavier" ("Piano") – 4:26
9 - "Alter Mann" ("Homem Velho") – 4:25
10 - "Eifersucht" ("Inveja") – 3:37
11 - "Küss mich (Fellfrosch)" ("Me Beija (Sapo Peludo)") – 3:29
Download: http://www.4shared.com/account/file/37284750/90302445/_1997__Sehnsucht.html
sábado, 7 de março de 2009
Cemitérios - Por History Channel
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=QRzFvqX2Dno
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=EZ8GtPFIC54
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=glrSGtBPrU0
Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=sRC3w64_kqc
Parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=_lmYOOUQD1w
Nota: Não sou mto fã da mídia falada, mas tem horas que dá vontade de berrar em alto e bom som: "Deus Abençõe TV a Cabo."
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Como não há fonte confiável disponível falando a respeito, cabe a mim fazer a resenha sobre o Cemitério Municipal de São Vicente.
No Século XIX, as pessoas que morriam no município tinham dois destinos: ou eram enterrados na Igreja Matriz, q se localiza na Praça João Pessoa, ou no Cemitério do Paquetá em Santos. Porém, a grande maioria das famílias não dispunha de recursos para bancar enterro de parente e muitas vezes eram enterrados nas cercanias de suas respectivas casas, causando transtorno que se acumulou com o passar do tempo e que se tornou um sério problema de Saúde Pública. Ainda havia o agravante do surgimento da Peste na Região da Baixada Santista que ceifou muitos munícipes na década de 1880, em especial.
Em 1888, Famílias mais abastadas de São Vicente, incluindo o tão falado Emmerich (oriundo de Hamburgo, Alemanha) adquiriram lotes de terra pertencentes a um sítio situado no atual Parque Bitarú e em meados da segunda metade daquele ano começou o funcionamento do Cemitério Municipal de São Vicente, cuja área era bem menor do que atualmente. Não há dados precisos sobre os primeiros registros de enterros no local, contudo há indícios de que a área correspondente a porção inicial era destinada a pessoas mais abastadas e na porção mais à direita, eram depositados despojos de pessoas oriundas das camadas populares. Todavia, a Necrópole só se tornou "pública" de fato, no começo do século XX, qdo começaram a serem enterrados, pessoas de outras etnias senão a branca.
Com o passar dos anos, houve a ampliação natural do cemitério, sendo que já no começo da década de 1940, adquiriu o tamanho perimetral que se encontra atualmente e havia espaço suficiente para enterros e perpetuação de jazigos familiares, inclusive...Inclusive, algumas famílias de Santos, faziam enterros naquele local pois cobravam taxas mais em conta do que nos Cemitérios do Paquetá e Filosofia, os únicos cemitérios santistas na ocasião.
Porém, na segunda metade dos anos 1970, o Cemitério Municipal passou a ter problemas com espaço disponível para novos túmulos e quase o funcionamento do local entrou em colapso...E então, houve a primeira construção de Carneiros (ou Gavetões) para tentar amenizar esse problema...No começo, esse tipo de modalidade cemiterial era elaborado nas laterais...Ao mesmo tempo, foram criando taxas anuais, bienais e trienais para manutenção da maioria dos túmulos...Era assim: se algum parente de falecido deixar de pagar taxa municipal para a manutenção do jazigo, os restos mortais eram retirados e ficavam depositados no ossuário público, sem identificação alguma, num depósito q fica nos fundos do cemitério...Essa problemática se tornou gigantesca por conta da construção de novos carneiros e a retirada de jazigos tidos como "temporários" e por tabela os gavetões foram se tornando "temporários". Por essa razão atualmente, de cada 10 gavetões, 7 são acimentados de qualquer jeito, 1 fica vazio e cheirando a podre e somente 1 é definitivo, de fato...
Falando em definitivo, no começo da década de 1980, uma Lei Municipal proibiu a concessão de novos jazigos perpétuos no cemitério e adicionado a um outro problema mais grave ainda: a contaminação do lençol freático do seu entorno por chorume cadavérico vindo de lá, causando transtornos do abastecimento de água não apenas no Parque Bitarú, mas em vários bairros à sua volta.
No decorrer da década de 1990, o Cemitério foi rotulado como o mais sujo, decadente e etc. da Baixada pois o local realmente tava uma pena, pois havia problemas de roubo de placas, de fotos dos falecidos, dos adornos dos túmulos, venda ilegal de ossos para serem usados como objeto de estudo pelas Faculdades de Ciências Médicas na região e o permanente estado de abandono em todos os sentidos (Nota do Autor: sou testemunha viva disso). Em 1998, a Memorial Necrópole Ecumênica, junto com a Prefeitura Municipal, fez uma parceria mista para construir a parte vertical na entrada e dar um jeito na estrutura da necrópole, que ainda teria controle público. Houve uma polêmica na época pois os túmulos mais antigos teriam q ser deslocados para novos pontos e ao mesmo tempo, as partes que eram separadas por uma grade de ferro foram substituídas por muretas, que por sua vez foram transformadas em ossuários e essa "tara" por esse tipo de despojo de restos mortais se tornou tão grande que mesmo com a construção da porção vertical, ainda teve espaço para ter mais ossuários...
Em 2001, o primeiro andar foi concluído, porém devido a idas e vindas orçamentárias, aliado à taxas elevadas de pagamento dos lóculos, o local foi sendo liberado aos poucos a passo de tartaruga...Sem contar que o Memorial Metropolitano Vicentino, que fica ao lado, possui serviços bem mais diversificados, porém peca pelo preço elevado de manutenção.
E muito embora atualmente, o aspecto do Cemitério no geral tenha melhorado bastante, ainda há muitos pontos de descaso em ambas as funções cemiterais. De qualquer forma, Cemitério Municipal de São Vicente é considerado como uma das cinco melhores necrópoles da Região, não contando com a Memorial, de Santos, que é um caso à parte.
domingo, 1 de março de 2009
Nesta segunda jornada, descobrimos que São Vicente, não é restrito somente a um punhado urbano na região do Centro, Gonzaguinha e Itararé no que se refere a referências do município. A Necrópole apresentada, embora com problemas que iremos apresentar adiante, é muito mais estruturada do que muito cemitério da Região, sendo apontado pelo autor que vos tecla como um dos quatro melhores da Região no que diz sobre riqueza arquitetônica de alguns túmulos, peculiaridades, atendimento decente e perspectiva de visitas futuras mediante autorização da administradora local.
Como é de praxe, no começo havia uma concentração de gente por conta de que tinha acontecido um enterro e depois eu e o Pedro ficamos até assustados porque até o encerramento do expediente (18 hrs da Tarde) havia ocorrido mais 3 enterros !!! E o que pude perceber no local é o seguinte: boa parte dos jazigos são perpétuos (Mediante Decreto Municipal dos anos 90, não recordo qual), porém há uma falta absurda de espaço suficiente para enterrar mais munícipe/morador de São Vicente !! Uma vez que a área é bem pequena (na Ilha de São Vicente, o Cemitério só perde para Paquetá, como o q possui o menor espaço) e para tentar amenizar essa situação dramática, estão sendo construídos carneiros atrás de carneiros, ossuários atrás de ossuários...Pode não enfeiar o local agora, mas com o tempo isso vai se tornar uma coqueluche ao ponto de que nos próximos anos, uma parte do cemitério corre o risco de virar um verdadeiro labirinto cemiterial e o mais grave: repleto de inscrições acimentadas e de prazo de validade curto por conta do aluguel do carneiro...
Parando um pouco de protestar, vamos ao que interessa: a parte vertical, construída a partir de 2001 (inacabada, na verdade), em parceria com a Memorial Necrópole Ecumênica, de Santos, estruturalmente e arquitetonicamente é um tanto quanto sem graça, embora prático e funcional para atender a demanda e tentar desafogar o fluxo de restos mortais depositados na parte "comum" e o lóculo possui o preço de aquisição bem mais em conta em relação ao "irmão" mais rico santista. Todavia, em alguns trechos, o local permanece em obras, ao ponto de sequer ter parapeitos em alguns andares (8 no total). Por outro lado possui uma vista legal do cemitério e suas obras tumulares, mto embora a maioria esteja desgastada pela ação do tempo...
Adentrando a Necrópole, olhamos os túmulos de uma forma bem arquitetônica e bem diferente da Areia Branca, o local possui sim beleza aliada a riqueza histórica de algumas famílias, sobretudo as estrangeiras (italiana, espanhola, portuguesa, alemã e britânica) que fizeram parte de algum momento da História de São Vicente entre o fim do Século XIX e o começo do Século XX. Há pontos sim em que o descaso impera, principalmente na área destinada aos túmulos-anjos (túmulos de crianças) que aparece mais mato do q túmulo e em especial alguns trechos perto dos gavetões recém-construídos, em que alguns túmulos claramente se encontram em péssimo estado, mais por conta do descaso dos familiares, acredito eu.
Sobre o quadro de funcionários, é uma equipe bem esforçada e humilde, muito embora desconfiada...A minha sorte é que bato cartão neste cemitério a anos e fiz questão de falar pros seguranças e pra encarregada da direção isso e pretendo passar por lá daqui a poucos dias pois queria esclarecer algumas dúvidas, até mesmo ser registrado como fotógrafo do cemitério daqui ou de outra necrópole...Vamos ver...
Outro agravante é o acúmulo de chorume cadavérico ter sido tão grande ao ponto de contaminar o lençol freático e o solo de uma boa parte do bairro ao longo de décadas, sendo que apenas recentemente esse quadro parou de piorar...Porém, a situação se tornou irreversível por conta do descaso das autoridades em relação a saúde pública no Município até meados dos anos 1990...
No mais, é um cemitério que surpreende por ter uma boa parte dos túmulos preservados, possui vias de acesso não tão tortuosas em sua grande parte e a porção Vertical é bem arrumada e estruturada.
Ficha
Local: São Vicente-SP
Cemitério: Municipal de São Vicente
Estilo: Misto (Convencional e Vertical)
Ano de Funcionamento: 1888 (Convencional) e 2001 (Vertical)
Pontos Fortes: Acesso Fácil, Funcionários Cordiais, Vias Internas razoáveis e pontos de beleza arquitetônica tumular.
Pontos Fracos: Gavetões em demasia, abandono dos túmulos-anjo, demora da entrega dos demais andades da Parte Vertical, pontos onde o descaso ainda reina e o problema do chorume ter contaminado o lençol freático do Parque Bitarú e adjacências.
Nota: 7,0
Motivo: Muitos não irão entender o porque a nota ter sido, digamos, elevada...Porém, lanço um desafio à vcs: uma vez na vida, visitem esta necrópole e concluirão que é muito mais completa do que muito cemitério conhecido na Região...Tem problemas como toda Necrópole, é inegável...Mas possui História msm...E sem contar que pessoalmente possui um valor sentimental pois tenho parentes, amigos, conhecidos e familiares de alguns amigos meus enterrados ali.
Link das fotos: http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=11014757447727759099&aid=1235920582
O Link apresentado para baixar o álbum "The Queen Is Dead", do The Smiths, está com problemas...
Este é o alternativo: http://rapidshare.com/files/202252145/The_Smiths_-_1986_-_The_Queen_Is_Dead.rar.html
Senha: kaider
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Ficha
Banda: The Smiths
Gênero: Post Punk
Origem: Manchester, Inglaterra, Reino Unido
Componentes: Morrissey (vocais), Johnny Marr (guitarras), Andy Rourke (Baixo) e Mike Joyce (bateria).
Álbum: The Queen Is Dead
Lançamento: 16.06.1986
Faixas:
1 - "The Queen Is Dead" – 6:24
2 - "Frankly, Mr. Shankly" – 2:17
3 - "I Know It's Over" – 5:48
4 - "Never Had No One Ever" – 3:36
5 - "Cemetry Gates" – 2:39
6 - "Bigmouth Strikes Again" – 3:12
7 - "The Boy with the Thorn in His Side" – 3:15
8 - "Vicar in a Tutu" – 2:21
9 - "There Is a Light That Never Goes Out" – 4:02
10 - "Some Girls Are Bigger Than Others" – 3:14
Gravadora: Rough Trade
Link para Download: http://rapidshare.com/files/93560295/_1986__TSmi-TQID.rar
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Ficha
Componentes na ocasião: Elizabeth Fraser (Vocais), Robin Guthrie (Guitarra) e Simon Raymonde (Baixo) (Nota: Não houve baterista fixo na época do trabalho mencionado abaixo)
2 - "Lorelei" – 3:43
3 - "Beatrix" – 3:11
4 - "Persephone" – 4:20
5 - "Pandora (For Cindy)" – 5:35
6 - "Amelia" – 3:31
7 - "Aloysius" – 3:26
8 - "Cicely" – 3:29
9 - "Otterley" – 4:04
10 - "Donimo" – 6:19
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O Cemitério da Areia Branca foi inaugurado no dia 29 de agosto de 1953, pelo prefeito municipal, Dr. Antonio Feliciano. Porém, o primeiro sepultamento se deu no dia 4 de setembro do mesmo ano, de um natimorto, filho de Clarice de Oliveira, e o segundo deu-se logo a seguir, que foi o de D. Leonor Azevedo Passos.
Na época da inauguração, ele ficava situado bem na divisa do município de São Vicente, cuja localização era no Caminho de São Vicente.
Quem celebrou a primeira missa foi D. Idílio José Soares, o bispo diocesano, com a presença de autoridades e populares da época, dando-se também a bênção do Cruzeiro, situado no centro do cemitério. O primeiro administrador do Cemitério da Areia Branca foi o sr. Henrique Pereira.
A localização atual do Cemitério é entre as ruas Tomoichi Kobuchi, Remo Petrarchi, Olga Deon Coury Athiê e Av. Nossa Senhora de Fátima. Ocupa aproximadamente uma área de 48.000 m². O Cemitério da Areia Branca é o único na cidade que faz sepultamentos de indigentes.
Lá também, como em outros cemitérios, tem suas campas famosas por receberem muitas visitas, principalmente em Dia de Finados, como é o caso do menino Onofre, a quem atribuem milagres, e esta fica na entrada do jazigo nº 3. Também recebem visitas de populares os mausoléus do Soldado Constitucionalista e o da Polícia Militar.
O Cemitério conta com capela, sala de administração, almoxarifado, dez sanitários públicos, e também com aproximadamente 33 funcionários, entre coveiros, ajudantes gerais, pedreiros e pessoal administrativo.
As campas desse cemitério são muito desordenadas e, por esse motivo, muito difíceis de serem localizadas.
Uma campa que também é muito visitada, com atribuição de milagres, demonstrados pelas inúmeras placas com frases de agradecimentos por graças alcançadas, é a campa perpétua nº 19, da menina Dulcenéia de Souza, falecida em 1971.
domingo, 22 de fevereiro de 2009

Nome: PEDRO Nunes AZAMBUJA
Data de Nascimento: 14.03.1983
Município: São Vicente - SP (Raccoon City Brasileira)
Formação Acadêmica: Técnico em Edificações (Cursando) e Técnico em Logística.
Ascendências: Italiana, Portuguesa e Gaúcha.
Ano que entrou nessa vida underground e afins: 1997
Gosto Musical: Tdo relacionado aos 80's, especialmente : Post-Punk, Darkwave, Gothic Rock, Brit Pop, Synth Pop, Pop 80's, New Wave e Rock Nacional anos 1980. Além disso, gosta de Metal Industrial, Rock Alternativo, Underground e Gothic Metal.
Lugares preferidos: Cemitérios, Lugares Vazios, Locais Abandonados, Sarais, Eventos relacionados a Cultura Japonesa e Perambular pela malha urbana dos municípios.
Ama: Cemitérios, Arquitetura, Sarais, Pessoas com nível cultural decente, Estilo Underground e Alternativo, Jogar Conversa Fora, Bebida, Ambientes Sombrios, Discotecagem decente.
ODEIA: Calor, Clima Tropical, Pessoas Idiotas, Modismos, Estilos Musicais Medonhos, Sadismo, Hipocrisia, Prepotência, Menosprezo, Frescura, Posers em Geral, Pessoas nada a ver com o Cenário Alternativo, Spina (um dos seres mais asquerosos da História da Humanidade), Trairagem, Ingratidão e Falta de Perspectiva.
Expectativa para este projeto: Segundo o Pedro, a expectativa para esse projeto é q possa ser um diferencial real diante do cenário cada vez mais decadente e em permanente estado de coma profundo e inclusive é uma possibilidade para abrir as portas para caminhos que levem ao real cenário alternativo.
Definição sobre ele: Em resumo: Divertido, Realista, Um dos poucos remanescentes do Cenário e Autêntico.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Ficha
Banda: Clan of Xymox
Gênero: Darkwave/Gothic Rock
Origem: Nijmegen, Holanda
Componentes na ocasião: Ronny Moorings (vocais/guitarra base), Mario Usai (guitarra solo), Anke Wolbert (baixo) e Pieter Nooten (sintetizador)
Álbum: Medusa
Lançamento: 01.11.1986
Faixas:
1 - "Theme I" – 2:54
2 - "Medusa" – 5:53
3 - "Michelle" – 2:59
4 - "Theme II" – 1:43
5 - "Louise" – 5:17
6 - "Lorretine" – 3:33
7 - "Agonised By Love" – 5:18
8 - "Masquerade" – 3:54
9 - "After the Call" – 5:55
10 - "Back Door" – 4:52
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009







