segunda-feira, 24 de agosto de 2009

18º Etapa - Cemitério da Filosofia - Revisita - Parte 2 - 23.08.2009


Nesta revisita houve diversos imprevistos além do mau tempo que caracterizou esta etapa. Para terem noção, as duas pessoas que iriam acompanhar comigo tiveram problemas pessoais e não puderam comparecer...De qualquer maneira eu fui sozinho pro Cemitério da Filosofia.
Logo percebi que o clima tenso que ocorreu na visita de março persistiu por causa do embaço por parte de funcionários (além da costumeira grosseria) e inclusive houve um agravante bem sério: elementos estranhos estavam perambulando pelo local para fins ilícitos e claramente acobertados pelos próprios servidores municipais e a guarda faz vistas grossas a respeito desse assunto. Portanto, não tive muito o que fazer, apesar de que fiz milagre em obter um número razoável de fotografias e foi a primeira etapa em que fiz o serviço sozinho mesmo e dificilmente acontecerá esse fato inusitado. Talvez seja alvo de revisita, tocando um foda-se a esse clima de tensão pois ao menos em grupo ou dupla ou que valha, a possibilidade de acontecer algo ruim conosco fica bem reduzido. No mais, as características do local são as mesmas descritas no post feito há meses atrás e ficaria penoso repetir sobre isso.
Próxima etapa, seja qual for, será bem melhor do que essa, não por conta de clima, mas sim de ambiente mesmo.

sábado, 22 de agosto de 2009

Crime da Mala - Por Novo Milênio

Para quem tiver interesse de saber de forma precisa a respeito de um dos crimes mais bárbaros e comentados da História de Santos, vou passar o link :

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0081.htm

O porque disso ? Por conta da Maria Mercedes Fea Pistone, enterrada no Cemitério da Filosofia, em Santos. E o resto, é só clicar na fonte.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cemitérios de São Bernardo do Campo - por site oficial da prefeitura local

Não querendo prolongar o assunto, no site da Prefeitura Municipal há dados básicos a respeito dos cemitérios daquele município. É simplório mas organizado e bem mais destacado do que endereços eletrônicos públicos da Região da Baixada Santista. Para comprovar esse fato, vou passar o link:

http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=cemiterios

Ah, os cemitérios são ligados à Secretaria Municipal de Serviços Urbanos.

Post rápido e rasteiro por conta de novidades que possam surgir logo. Assim esperamos.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Cemitério Vila Euclides - São Bernardo do Campo - Análise


É correto afirmar que Vila Euclides é o cemitério mais antigo em atividade no município de São Bernardo do Campo, cujo funcionamento começou em 1875. Até aí, nada demais pois muitos municípios possuem necrópoles bem mais antigas do que a mencionada no momento. A diferença além do ambiente bucólico aliada à arquitetura contemporânea na infraestrutura local, é como o lugar é bem cuidado e passa por uma manutenção periódica e seguida com critério. Diferente de muitos cemitérios da Região da Baixada Santista, apenas para fins de citação, que detém os índices de maiores descuidados e descasos por metro quadrado em âmbito estadual.
Não deixemos de citar que há riqueza tumular, incluindo mausoléus familiares que nada devem a alguns exemplares de Consolação e Araçá, cemitérios paulistanos, além da divisão de uma ala dedicada a uma irmandade católica. Contudo, por respeito e também a pedido da administração, não mencionaremos quais famílias e/ou irmandades que estão enterradas ali, até porque o projeto não visa ficar vasculhando a vida de ninguém. Por outro lado, é ótimo perceber e sentir que o local é bem limpo, organizado e dá uma sensação de tranquilidade que em muitos locais não aparenta, por incrível que pareça.
A área e a localização também ajudam no que se refere ao espírito do cemitério em si, apesar de que peca pelo fato de que num dos lados é cercado por uma cerca com arame farpado. E aí entra em questão a Legislação Municipal que "trava" alguma possibilidade de melhoria da segurança da mesma. Por outro lado, o tratamento, a educação e a boa vontade dos funcionários e do pessoal em geral que transita ali é de se impressionar e conclui-se que há pessoas compreensivas e humanas num meio em que nem todos pensam de uma maneira aberta sobre o assunto e absorvendo críticas construtivas numa boa mesmo.
E vale lembrar que São Bernardo do Campo ainda possui 3 cemitérios municipais, além da Vila Euclides e elas estão na rota das futuras visitas que possamos fazer mais adiante. Além de Santo André, que possui mais 4 cemitérios (fora o de Paranapiacaba, que consideramos como um caso à parte pois o local é Distrito) e um deles está perto de ser visitado logo logo. Vamos aguardar...
É um post um tanto quanto curto, mas sincero...Ah, próxima etapa será uma revisita a um cemitério que fomos anteriormente e por motivos de força maior, o assunto doméstico volta a ser discutido...Até lá !!!!

domingo, 16 de agosto de 2009

Caminhos Cemiteriais - 17º Etapa - Cemitério da Vila Euclides - São Bernardo do Campo - SP




Nessa 17º Etapa, o local escolhido foi o Cemitério da Vila Euclides, localizado em São Bernardo do Campo e próximo ao Pavilhão de Exposições, antiga indústria cinematográfica da Vera Cruz, pioneira em produções de filmes no Brasil. Bom, não é neste post que descreverei sobre a História de São Bernardo e sim da necrópole em questão.




Como imaginado, o lugar possui uma área considerável, cujo formato lembra uma cunha (vide mapa no Google Earth) e muito arborizado, dando um clima de paz, tranquilidade e amenidade (principalmente pelo fato de que lá o calor não é forte em momentos de pico climático no verão), sendo assim o conceito do cemitério em si na sua essência é bem semelhante às necrópoles consideradas mais sossegadas e pode ser enquadrada como um local em potencial para ser usado como um ponto turístico. Basta a prefeitura local focar um pouco mais sobre o assunto para que Vila Euclides possa ser vista com bons olhos por parte da população e turistas na área cemiterial.




No que se refere ao quadro dos funcionários, no começo houve uma estranheza por 3 razões: o excesso de funcionários ativos no sábado (incomum, analisando a cronologia de trabalho dos cemitérios), embaço inicial por parte dos funcionários e o próprio cemitério, de tão bem cuidado e organizado, deu até pena de começar os trabalhos sem pedir pro pessoal uma autorização para o uso. Entretanto, quebramos o gelo em duas partes: com relação aos seguranças e funcionários, conversamos a respeito e deixamos bem claro as nossas intenções e recebemos conselhos para não dar bandeira (vide as malas que estávamos portando) para funcionários truculentos que possamos encarar futuramente em outro lugar e vimos que são pessoas simples e muito atenciosas...E na parte administrativa, fomos conversar com o responsável no período diurno e no inicío foi relutante e posteriormente acabou concedendo a autorização para as fotos, por conta do tamanho da máquina que normalmente uso. Na discussão (no bom sentido), ele retratou o porque essa celeuma sobre fotografias: ocasionalmente jornalistas a paisana (normalmente vinculados a jornais locais e da Região da Grande ABCD) entram na necrópole para tirar fotos e no dia seguinte, estampam nos jornais os túmulos das famílias e as mesmas se sentem invadidas privacionalmente e no fim fica um ambiente carregado entre os que trabalham com fotografias e administração cemiterial. Retratando a situação, uma vez que não sou jornalista, e sim geógrafo e o Pedro é técnico em edificações, tivemos plena aceitação por parte de todos.




Depois dessa conversa, os trabalhos foram facilitados e pudemos tirar as fotos sem maiores problemas e descobrindo cada curiosidade a respeito do lugar, entre eles: garoto que pula o cercado para pegar pipa, funcionários pensando que eu fosse estrangeiro (pelo meu jeito de falar), famílias ilustres enterradas no local, riqueza tumular considerável, tratamento sem igual por parte dos funcionários e no final, relatamos os problemas para o pessoal sobre o cemitério (e também soubemos que no período noturno, apenas 2 guardas municipais vigiam o lugar cuja área é grande) e eles novamente explicaram que foram bem fundamentadas, mas esbarram na própria legislação municipal, uma vez que Vila Euclides é patrimônio tombado e não poderia ser possível construir um muro no local do cercado, além de instalações de segurança pelo local sem passar por trâmites burocráticos locais. Sendo assim, faremos questão de conversar com as autoridades locais via internet para fins de discutir sobre o problema...É correto afirmar que não mudaremos em nada, uma vez que quem decide é a própria prefeitura e a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. Mas não custa nada dar uma força para que o local possa ser ainda melhor. Com a Palavra, Secretário Municipal de Serviços Urbanos de São Bernardo do Campo.




Ficha




Cemitério: Municipal da Vila Euclides


Bairro: Vila Euclides/Vera Cruz


Município: São Bernardo do Campo - SP


Em funcionamento: Desde 1875


Estilo: Horizontal


Gestão: Municipal/Pública


Pontos Fortes: Arborização, Cuidado com a manutenção, cordialidade dos funcionários, riqueza tumular acima da média (deixemos Consolação e Araçá de lado neste momento), estrutura bem montada e ótima localização.


Pontos Fracos: Um dos lados é separado por um cercado por alambrado com arame farpado, inadequado para os dias de hoje, além dos muros baixos, sensação de insegurança em alguns momentos e fraca vigilância no período noturno, portanto sujeito a depredações e roubos (crítica construtiva e isso foi discutido com o responsável pela administração do local, vide relato acima)


Nota: 8,0


Motivos: Vila Euclides possui problemas como qualquer cemitério aqui no Estado e isso foi discutido...Entretanto, compensa pelo clima agradável e pelas características que o marcam e além de ser o cemitério mais antigo em atividade no Município, possui todas as qualidades que possam sim ser colocadas como Museu a Céu Aberto, preservando a História do Município de São Bernardo do Campo. E no mais, todos estão de parabéns e as críticas que fiz são construtivas e todos souberam assimilar numa boa.




Antes dessa jornada, um acontecimento bem constrangedor precisa ser relatado: na viagem de ida, um motorista da Turimar, um tal de Luis, desviou do trajeto normal para Jabaquara sem motivo algum e movido a tagarelagem de uma imbecil desocupada que estava ao seu lado, foi para a Via Anchieta e seguindo pela rodovia lotada e ao seu bel prazer, foi para Heliópolis mostrando sabe-se lá o porque para fins de agradar e aborrecendo profundamente os passageiros que estavam na perua !!! E uma das passageiras relatou desesperada que tinha marcado uma entrevista de emprego às 10 hrs, sendo que a Van chegou ao destino correto somente às 10h10min. Vou até falar da placa do veículo em questão: DPC-1013, de São Paulo !! E aconselho que não peguem nenhuma Van da Turimar pois a possibilidade de aborrecimento será enorme mesmo !!! E sentimos na pele esse problema terrível !!!!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Contra Lei Anti-Fumo no Estado de São Paulo

Estamos caminhando a passos largos a uma ditadura do comportamento imposto por aqueles que pensam ser saudáveis mas roubam na calada da noite !!!!

É o começo do fim e mais do que isso: é cada vez mais evidente que a saída do Estado de São Paulo é por via Cumbica.

Nos próximos posts vou escrever mais a respeito. Somente mais uma coisa: o que se pode esperar de um país (peso-morto latino-americano...Motivo de piada até para quem mora na Nicarágua) que aplaude vermes como Serra, Sarney e Collor e que repudia qualquer coisa que visa o direito de discordar o que essa gentalha prega ?!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Cemitério da Vila Formosa - Pequena Introdução - Por Wikipedia

O Cemitério da Vila Formosa é uma necrópole localizada no distrito do Aricanduva, na cidade de São Paulo.
Criado em 20 de maio de 1949, o cemitério tem uma área de 780 mil metros quadrados, em que já foram sepultadas mais de 1,5 milhão de pessoas. É uma necrópole usada, sobretudo, para enterros de pessoas de classe média baixa e pobres.

Dividido em duas alas, todo mês realizam-se uma média de 275 sepultamentos. Com dezoito salas para os velórios, o Vila Formosa possui três entradas.

Este cemitério ocupa a quarta maior área verde municipal de São Paulo, só sendo superado pelos parques Anhangüera, Ibirapuera e do Carmo, representando assim uma importante área verde para a zona leste da capital paulista. Por ser muito arborizado é usado diariamente para o lazer, principalmente das crianças e dos adeptos das caminhadas e corridas.

Bibliografia
REZENDE, Eduardo Coelho Morgado - Metrópole da morte necrópole da vida: um estudo geográfico do Cemitério de Vila Formosa. São Paulo: Carthago Editorial, c2000

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Cemitério da Quarta Parada - São Paulo - Por Wikipedia

Cemitério da Quarta Parada, também conhecido como Cemitério do Brás, é um cemitério localizado no bairro da Quarta Parada (entre os distritos da Água Rasa, Tatuapé, Belém e Mooca) na cidade de São Paulo, Brasil.Foi fundado no dia 6 de janeiro de 1893 e conta com uma área de 183 mil m2 e cerca de 400 mil pessoas sepultadas.

O nome "Quarta Parada" tem origem no fato de estação constituía a quarta parada do trem em direção ao município de Cachoeira Paulista, contando a primeira a partir da estação do Brás. Hoje, as duas paradas intermediárias estão desativadas, mas o cemitério adotou o nome dado ao bairro pela estação. O antigo nome oficial de "Cemitério do Brás" deve-se à sua criação ser anterior ao desmembramento do distrito do Brás, ocorrida no início do século XX.

Personalidades enterradas

Arnaldo Rosa - músico; um dos Demônios da Garoa.
Hélio Ribeiro - jornalista, apresentador e narrador de programas de rádio e televisão.
Felisbina Müller - mulher cujo corpo foi exumado três vezes e ainda permanece intacto (segundo fonte local). A ela são atribuídos alguns milagres e pedidos realizados, tornando-se uma "santa" popular.
Jacinto Figueira Júnior - conhecido como "o Homem do Sapato Branco", apresentador de televisão.
Vicente Matheus - ex-presidente do Sport Club Corinthians Paulista por vários anos.
Família Bottarini - Importante e tradicional família paulistana, que iniciou suas atividades no Brasil, no final do séc. XIX.

sábado, 8 de agosto de 2009

Sobre mim - Por Edcarlos Coppola

Sem querer me promover (longe disso), vou passar o que o meu amigo Edcarlos Coppola (amizade que pendura há 8 anos) escreveu sobre mim...Todos possuem n visões sobre mim e esta é a dele !!!!







"O cenário da história se passa no bairro do Embaré, na cidade de Santos, litoral do Estado de São Paulo. Seu principal e única personagem é um rapaz de cabelos claros e traços europeizados chamado Rodrigo, regados a muito rock´n roll heavy metal, fumaças de cigarros Marlboro e algum sexo, para que atraiamos assim mais leitores para a história. Pareceria mais uma história comum, se você, caro leitor, não tiver o feeling para perceber quando se está diante de algo ou alguém cuja extração da essência resultaria em histórias riquíssimas e algumas lições de vida.
Só sei que desenrolar as teias de aranha que envolvem o ser humano e caracterizá-lo como matéria viva é tarefa das mais ricas, mas, ainda que assim seja, considero-me despreparado para descrever a personagem que tenho à mente de forma que consiga englobar um mundo que ele contenha dentro de si. Mas assim assumo o risco, por minha conta e risco. Que falte algo, pois algumas coisas sempre haverão de ser omitidas. E que eu ainda assim saiba usar as palavras corretas de acordo com aquilo que sinto e ajo.

Certas pessoas não são dignas de nota e, mesmo que o sejam, não nos forneceriam subsídios para nada mais do que uma anotação esquecida no bloco de notas guardada em alguma gaveta perdida pelo apartamento. Há tempos não sei notícias do moço descrito acima muito menos o que estará fazendo da vida, mas mentalmente e periodicamente, acrescento anotações mentais acerca dele. Sobre o caráter, a inteligência, a ironia fina e principalmente pela característica mais importante tudo: a sabedoria em um recinto de cretinos.

Não posso deixar passar a inteligência em um tempo em que o cérebro foi relegado a material de segunda linha e cada vez mais defenestrado pela sociedade em geral. Pensar está se tornando material de luxo e quem o faz cotidianamente é cada vez mais encarado como extraterrestre. Pois são os seres intergalácticos que me importam, eles que eu quero sentados no chão da sala formulando as teorias mais descabidas entre uma garrafa de cerveja e outra. E com boa música de fundo, obviamente. Eu quero ser instigado até meu cerne, eu quero pensar no novo sempre, ser alargado nem a fórceps. Pessoas que me fazem bocejar são cansativas. Eu quero que não me façam dormir, pois fechar os olhos me traria a sensação de tempo perdido e não aproveitado. Não aprendido. Não vivido e nem sentido. E com o Rodrigo eu tenho tudo isso, no pouco tempo que tivemos de convivência.

Pessoas banais eu encontro sentadas no banco da praça, mas pessoas instigantes eu sou obrigado a amarrar no pé da mesa e só deixar saírem da minha vida quando eu tiver sugado o máximo possível. E que eu ainda ultrapasse esse máximo.

Esse rapaz é o Rodrigo.

Ele é meu amigo.

Feliz Aniversário, rapaz. Tudo de bom pra você hoje e para todo o sempre. Ainda viverei para te ver entronizado no mesmo patamar de Melhem Adas, Milton Santos e Aziz Ab´Saber."


Fonte: Blog do Edcarlos Coppola - http://www.olimitrofe.blogspot.com/



Nota: Quem quiser mandar sua visão a meu respeito (confesso que eu gosto quando alguém fala sobre mim de forma imparcial, realista e sem puxasaquismos) como uma espécie de Caixa da Verdade (podem me exaltar os defeitos tbm, pois sou falho como todo mundo), pode publicar à vontade que terei o prazer de postar nisso aqui.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Itanhaém - Biografia



Cidade do litoral sul paulista, localizada entre os municípios de Mongaguá e Peruibe, possui grande apelo turístico e ecológico por sua beleza natural e seu valor histórico. Seu nome vem do tupi-guarani, e quer dizer "pedra que canta", provavelmente originado pelo som do vento passando entre duas grandes rochas no alto do morro do Paranambuco.
Itanhaém foi descoberta e fundada pelo navegador português Martim Afonso de Souza, no dia 22 de Abril de 1.532. Segundo historiadores ele estabeleceu o fundamento da povoação de Itanhaém entre a tribo dos Itanhaens que vivia juntamente com colonos, ao redor de pequeno porteiro na praia de Peruíbe a 13 km, ao sul de Itanhaém. Mais é evidente que o navegador ao estabelecer essa povoação, estava na realidade fundando toda esta região e principalmente à margem direita do Rio Itanhaém do mar olha para a terra, porque a exuberante foz do rio os morros de que de um lado e de outro do rio existem acomodando pequenas e belas praias em forma de baía, costões de pedras se antepondo ao mar, área a frente do morro Itaguassú onde hoje situa-se o Convento, formam razões mais que óbvias sob todos os enfoques, para o estabelecimento de vilas e aldeias.
Tanto é verdade que alguns anos depois, mesmo com a chegada dos jesuítas junto aos índios e colonos e a construção da Igreja e Colégio dos Padres Jesuítas, depois chamado Colégio de São Batista paralelamente formava-se aqui onde hoje é o centro de Itanhaém a aldeia de Nossa Senhora da Conceição, uma paliçada de torras ao redor das casas com três saídas para rio e a Ermida, pequena Capela de Barro com a Cruz de fé cristã no Alto do Itaguassu, e aos poucos todos foram transferindo-se da Aldeia de São João Batista para este outro lado do Rio onde florescia a aldeia e feitoria agrícola de Nossa Senhora da Conceição.
A 13 de Janeiro de 1.561, Cristovam Gonçalves é designado Juiz Pedâneo aos 19 de Abril do mesmo ano Itanhaém já tem pelourinho e ganha foro de vila. E assim desenvolveu-se lentamente porque sempre foi uma Vila podre e esquecida até que em 1.624 vem conhecer período de grandeza quando obtém predicamento de Cabeça de Capitania passando a ter jurisdição sobre vasta extensão de terras.Ao final deste período foi elevada à município em 1.700 torna-se mais ainda um esteio de fé e esperança.
Em 1.906 de Conceição de Itanhaém é elevada a categoria de Cidade. E atualmente a idade de Itanhaém foi elevada à categoria de Comarca e Estância Balneária do Estado de São Paulo.


Nota: Um agradecimento em especial ao Kléber, do Site dos Cemitérios (http://www.cemiteriosp.com.br/) por dar uma oportunidade para colocar as resenhas no respectivo site e pela força que tem dado para nós !!!!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Cemitérios de São Paulo - Comunicado

Bom, quem quiser agora ver as resenhas das visitas feitas até o momento, sugiro q vão ao site de Cemitérios São Paulo - http://www.cemiteriosp.com.br

E realmente muitas novidades estão surgundo toda hora, esta é uma delas !!! Isso mostra que com trabalho, dedicação, conhecimento, foco e paixão podem chegar a algum lugar e pretendemos ir mais além...Próximas novidades, em breve !!!

domingo, 2 de agosto de 2009

16º Etapa - Caminhos Cemiteriais - Cemitério de Itanhaém - 01.08.2009

Nesta etapa, visitamos o município de Itanhaém cuja principal finalidade foi visitar o cemitério local, que se localiza ao lado do Hospital Regional de lá, vide mapa (fonte: Google Earth) e o primeiro destaque encontra-se já na abertura, cuja entrada é um tanto qto diferente da maioria dos cemitérios da Região pesquisados até o momento. Logo percebemos que o espaço físico é muito pequeno e dá uma forte impressão de superlotação por diversos motivos: número relativamente pequeno de túmulos, carneiras em formato de ossário em sua grande maioria, espaço acimentado demais, pouca arborização e com a impressão de que o local foi feito muito no improviso numa tentativa de ampliação, mas não teve o efeito desejado. Sendo assim, o local não apresenta muitos pontos de descaso gritante..Por outro lado possui um aspecto comum de cemitério de município de pequeno porte: área relativamente menor, famílias importantes que ostentam melhores jazigos, demais túmulos e carneiras distribuídos por todas as camadas sociais e até indígenas. Não há muito o que descrever, senão a razão pela qual o cemitério possui o espaço físico datado do começo do século passado, mas devido ao número pequeno de sepultamentos, o espaço foi se preenchendo aos poucos, até porque alguns munícipies preferiam enterrar seus entes em outros locais...Ah, Itanhaém possui outro cemitério, que se localiza no Jardim Coronel, um bairro afastado e que talvez seja alvo de uma visita nossa algum dia...

Ficha

Nome: Cemitério Municipal de Itanhaém
Local: Centro - Itanhaém - SP
Em funcionamento desde: Começo do Século XX
Gestão: Municipal
Estilo: Horizontal
Pontos Fortes: Localização, Cordialidade, Limpo (para Padrões da Baixada) e Organizado na medida do possível
Pontos Fracos: Espaço físico acanhado demais e em alguns túmulos, a exumação passou do ponto para descaso mesmo.
Nota: 7,0
Motivos: É correto afirmar que não é um primor de necrópole, mas Itanhaém até o momento conseguiu preservar o local para fins de visita, sobretudo nas datas tidas como religiosas e a localização é próxima dos Centros Comercial e Turístico daquele município.

Só para registrar, houve momentos de atraso tanto para ir como para voltar para Santos devido a insensatez e incompetência da Viação Piracicabana S/A, empresa que detêm os direitos de uso do transporte coletivo da Região (leia-se monopólio). Além da precariedade do transporte aliado ao preço exorbitante das passagens, somos obrigados a aturar demora excessiva das linhas (inclusive 905, cujo trajeto vai de São Vicente até Peruíbe) e ainda ter quebras inacreditáveis dos carros que compõem a linha e a tradicional demora para decidir o que fazer para resolver os problemas e mais do que isso: aguentar o péssimo humor dos funcionários e empresas, que sem dúvida fazem do transporte público um dos piores quesitos da Baixada Santista !!!

Sem mais protestos...

Bom, metade do caminho foi andando...Resta outra metade para concluir a primeira temporada, digamos, desse projeto, que sem dúvida será duradoura e colherá frutos ainda maiores !!!!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Editora Necrópolis - Apresentação - Matéria do Jornal da Tarde - junho de 2006

Túmulos, lápides, velas... enquanto a maioria das pessoas se arrepia quando o assunto é morte, o professor Eduardo Rezende se fascina. Mas, para que ele percebesse que o tópico fúnebre é um tabu para os outros, precisou escrever um livro.

Rezende lançou no começo deste mês 'Céu Aberto na Terra - Uma Leitura dos Cemitérios Paulistanos na Geografia Urbana', que fala sobre a história do Cemitério da Consolação. Só que achar uma editora que quisesse publicá-lo foi tarefa difícil. "Escutei muitos nãos", desabafa. "Alguns me dispensaram sem nem ler o material. A morte não vende." A solução? Abrir sua própria editora, batizada apropriadamente de Necrópolis "Decidi publicar por conta própria", explica o professor. O nome é sugestivo e não esconde que o que Rezende quer é trabalhar com assuntos fúnebres. Ele ainda pretende lançar mais três livros, todos de sua autoria: "O que é cemitério?" (um pocket book que explica a origem da tradição de enterrar os mortos), "Carros e carruagens funerárias" e "Cemitérios do Brasil". O estranho fascínio vem da infância. Sua família morou ao lado do Cemitério da Vila Formosa. "Nós vivíamos praticamente na extensão do cemitério", conta. Seus irmãos chegaram a fazer pequenos serviços no local, como limpeza de lápides. "Nunca tivemos medo", garante. "É questão de costume."

Fonte e maiores informações : Editora Necrópolis : http://www.necropolis.com.br

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Mumificação

Voltando aos termos técnicos a respeito de procedimentos pós-morte. A Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra e envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamadas de múmias. O processo de mumificação durava cerca de 70 dias.

A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os orgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, há exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.

Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante 70 dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.

Tipos de Mumificação

Mumificação solar do Egito faraonitico
O Faraó morreu e o seu cadáver é cozinhado até as carnes se desprenderem dos ossos. Os ossos são pintados de vermelho, enfaixados, fazendo-se uma estocagem na múmia com gesso. Pinta-se o retrato da pessoa na própria múmia. E esta se forma ao mesmo tempo em uma estátua Ka, ou seja, uma estátua que vai abrigar a alma do morto. Deixavam o corpo ao Sol, pois acreditava-se que o Sol era o principal Deus e traria luz para a alma.

Mumificação osiriana
Este é o processo que mais conhecemos e o que se tornou mais utilizado. Para o Faraó, para a nobreza e pessoas mais ricas, era feita da seguinte forma:
O cérebro é tirado pelas narinas, através de um instrumento curvo, mexe-se no cérebro que é uma massa mole, e este se liquefaz. Injeta-se vinho de tâmara, ajudando a dissolver mais o cérebro. Vira-se o morto e o cérebro escorre pelas narinas
É aberta uma incisão no abdômen e todos os órgãos internos, exceto o coração, são retirados, embalsamados e colocados em jarros chamados de canopos. Em seguida, o corpo é enchido com saquinhos de sal (Natrão) e mergulhado em uma espécie de bacia um pouco inclinada com um furo de um lado, para que seus líquidos escorram. Após isso, a múmia é literalmente enterrada por 72 dias. O sal absorve todo o líquido do corpo
Após estes 72 dias, o corpo, que está escurecido e ressecado, é retirado. Enxertam-se resinas, aromas, perfumes, bandagem, pó de serra, isto para dar a conformação do corpo. Depois disto, a abertura no abdômen é costurada, e é colocada uma placa mágica, geralmente com o desenho dos Quatro filhos de Hórus e de seu olho;
Começa, então, o processo de enfaixamento com metros e metros de tiras de pano de linho com goma arábica, até fazer a composição que vemos nas múmias. A cada volta , colocam-se amuletos e colares. Assim a múmia está pronta para o enterro, sendo que no caso do Faraó este enterro era acompanhado de um extenso ritual, repleto de encantamentos, realizado por sacerdotes.

Mumificação para pessoas de classe baixa
Dão uma injeção de essências e de vinhos corrosivos através do ânus, põe uma espécie de tampão e depois de alguns dias tiram-no o que dissolveu. Então eles enfaixam a múmia e devolvem o corpo para os parentes.
Quando as múmias foram encontradas, muitas foram comercializadas e quando o comércio delas acabou e ninguém mais se interessava em comprá-las, alguns ladrões de túmulos decidiram triturar as múmias e comercializá-las como pó para fazer chá. Muitas pessoas adquiriram este pó achando que haveria algum poder de cura para seu tipo de doença.

Mumificação na atualidade
A mumificação é um fenômeno natural. Não confundir com a técnica de embalsamamento egípcia, que popularmente são conhecidas por múmias. A mumificação é o resultado de cadáveres que são enterrados em terreno seco, quente e arejado. O cadáver sofre uma desidratação rápida e intensa, e o corpo não entra em decomposição, pois a fauna cadavérica não resiste. A pele do cadáver fica com aspectos de couro.

Tutankamon - a múmia mais famosa de todos os tempos
A descoberta por Howard Carter do túmulo totalmente intacto do Faraó Tutankamon, é a mais famosa de todas, pois quando a mesma foi descoberta, todo o tesouro enterrado com este Faraó estava do modo como foi colocado há milhares de anos atrás. Algo impressionante e confuso, pois os ladrões de túmulos não haviam encontrado-a e nada havia sido tocado.

Fonte: Wikipedia - Português - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mumifica%C3%A7%C3%A3o#Mumifica.C3.A7.C3.A3o

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Comunicado

Em breve teremos novidades a mais relacionadas a projeto e também das visitas a serem feitas e imagens de locais tiradas por pessoas que podem ajudar para que essa empreitada fique ainda melhor. Domingo que vem, independente do local, caminharemos para a 16º etapa e depois disso, vamos para a outra metade dessa temporada, que está dando muito o que falar.

Este post é para fins de dizer que isso aqui está a todo vapor e que está sendo uma grata surpresa e corresponderemos essa expectativa, podem ter certeza !!!

sábado, 25 de julho de 2009

Banda do mês - Kraftwerk

Kraftwerk (usina de energia em alemão) é um grupo musical alemão que inventou um estilo de música techno totalmente feita e tocada por meio de sintetizadores, tornando a música eletrônica mais acessível ao grande público, principalmente porque se tornaram os precursores de estilos como o techno e o electro, bem como a moderna dance music em geral. A banda foi fundada por Florian Schneider e Ralf Hütter em 1970, mas contando sempre com a participação de outros músicos, sendo que muitos sequer chegaram a participar de algum disco. Entretanto, a formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos.
As técnicas que o Kraftwerk introduziu, assim como os equipamentos desenvolvidos por eles, são elementos comuns na música moderna. A banda tem sido considerada por alguns como tão influentes quanto os Beatles na sua participação na música popular na segunda metade do século XX. As suas letras lidam com a vida urbana e a tecnologia europeia pós-guerra. Geralmente mínimas, ainda assim revelam celebração e alertas sobre o mundo moderno.

História

O Kraftwerk foi fundado em 1970 por Florian Schneider-Esleben (flauta) e Ralf Hütter (teclado) no seu estúdio Kling Klang, na cidade de Düsseldorf, Alemanha. Conheceram-se quando estudavam no Conservatório de Düsseldorf no final dos anos 60, participando da cena experimental da música da época, o movimento posteriormente intitulado Krautrock.
As primeiras formações da banda, entre 1970 e 1974, eram bastante rotativas, com Hütter e Schneider trabalhando com vários outros músicos para gravar quatro álbuns e se apresentar algumas vezes. Entre os participantes destacam-se o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger , que deixaram a banda para formar o Neu!.
A participação, experiência e influência do produtor Konrad "Conny" Plank foram também significativas. Trabalhou com bandas como Can, Neu!, Cluster, e, como resultado do seu trabalho com os Kraftwerk, o seu estúdio localizado em Colónia tornou-se num dos mais requisitados no final dos anos 70. Plank produziu os primeiros quatro álbuns da banda, mas parou de trabalhar com os Kraftwerk depois do sucesso comercial de Autobahn, aparentemente devido a disputas com contratos da banda.
Emil Schult tornou-se num colaborador regular do grupo no início de 1973, originalmente tocando baixo e violino, produzindo material visual da banda e letras e os acompanhando em digressões.
Após vários álbuns experimentais, o sucesso da banda veio em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa de 22 minutos motorik. A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos electrónicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) e The Man Machine (1978).
Em 1975 formou-se o que ficou conhecido como a formação clássica do Kraftwerk, para a digressão de Autobahn. Juntaram-se a Hütter e Schneider Wolfgang Flür and Karl Bartos como percussionistas electrónicos.
Depois de anos sem apresentações ao vivo, os Kraftwerk iniciaram digressões novamente no final dos anos 90. Ralf queria tocar cada vez mais, mas a dificuldade em transportar os equipamentos analógicos limitou as viagens para fora da Europa. Após a saída de Flür e Bartos, vários outros músicos, como Fritz Hilpert e Henning Schmitz apareceram na formação dos Kraftwerk.
Em meados de 1999, as gravações originais de Tour de France foram finalmente lançadas em CD, indicando um reinício das actividades da banda. O single Expo 2000, a primeira nova música em treze anos, foi lançado em Dezembro do mesmo ano, e posteriormente remisturado por bandas de música electrónica como Orbital.
Em 2000, o ex-membro Flür publicou uma autobiografia na Alemanha, Kraftwerk: I Was a Robot, revelando vários novos detalhes sobre a vida da banda. Hütter e Schneider mostraram, no entanto, hostilidade à obra.
Em Agosto de 2003, a banda lançou Tour de France Soundtracks, o primeiro álbum desde Electric Café, de 1986. Em Junho de 2005, a banda lançou um álbum ao vivo, Minimum-Maximum, que foi compilado de apresentações da banda durante a digressão europeia no início de 2004, recebendo várias críticas positivas. A maioria das faixas consistia em remodelagens de antigas faixas de estúdio. O álbum foi galardoado com o Grammy para melhor álbum de música electrónica. Juntamente com o CD, foi lançado um DVD que contém vários vídeos de apresentações em várias localidades no mundo.

No dia 5 de Janeiro de 2009, Florian Schneider anunciou a sua saída do Kraftwerk. Shneider era o penúltimo integrante da formação original da banda, cuja também foi um dos fundadores e onde permaneceu por mais de 40 anos. Florian não se apresentava com o Kraftwerk desde a turnê nos EUA de Abril de 2008, e foi substituído nesses shows por Stefan Pfaffe (antigo colaborador da banda). Da formação original restou apenas Ralf Hütter.

Ficha

Banda : Kraftwerk

Origem: Düsseldorf, Renânia do Norte-Westfália, Alemanha

Em atividade: Desde 1970

Integrantes: Ralf Rütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz e Stefan Pfaffe

Antigos Integrantes: Florian Schneider-Esleben, Wolfgang Flür, Karl Bartos, Klaus Roeder, Michael Rother e Klaus Dinger

Trabalhos:

Álbuns de estúdio


1970 - Tone Float (ainda sob o nome Organisation)
1971 - Kraftwerk
1972 - Kraftwerk 2
1973 - Ralf und Florian
1974 - Autobahn
1975 - Radio-Aktivität (título em inglês: Radio-Activity)
1977 - Trans-Europa Express (título em inglês: Trans-Europe Express)
1978 - Die Mensch-Maschine (título em inglês: The Man Machine)
1981 - Computerwelt (título em inglês: Computer World)
1983 - Techno-Pop (não foi lançado)
1986 - Electric Cafe
1991 - The Mix
2001 - Expo Remix (junção dos singles Expo 2000 e Expo Remix)
2003 - Tour de France Soundtracks

Singles


1973 - Kohoutek-Kometenmelodie
1974 - Autobahn/Morgenspaziergang
1975 - Radioaktivität/Antenne (em inglês, Radioactivity/Antenna)
1977 - Trans-Europa Express (em inglês, Trans-Europe Express)
1977 - Schaufensterpuppen/Les Mannequins (versões alemã e francesa de Showroom Dummies) 1978 - Spacelab (Edit) (3.37)/The Robots (Edit) (3.48) - Brasil (7")
1978 - Spacelab (5.51)/The Model (3.38) - Brasil (7")
1978 - Die Roboter (em inglês, The Robots
1978 - Das Modell (em inglês, The Model)
1978 - Neonlicht (em inglês, Neon Lights)
1978 - Pocket Calculator/Computerworld - Brasil (7")
1978 - Homecomputer - Brasil (7")
1981 - Computerwelt (em inglês, Computer World)
1981 - Computerliebe (em inglês, Computer Love)
1981 - Taschenrechner/Dentaku (versões alemã e japonesa de Pocket Calculator)
1981 - Mini Calculateur (versão francesa de Pocket Calculator)
1983 - Tour de France
1986 - Der Telefon Anruf (em inglês, The Telephone Call)
1986 - Musique Non-Stop
1991 - Die Roboter (mixada) (em inglês, The Robots)
1991 - Radioaktivität (mixada) (em inglês, Radioactivity)
1999 - Expo 2000
2000 - Expo Remix
2003 - Tour de France 2003
2004 - Aéro Dynamik
2007 - Hot Chip Remixes

Álbuns ao vivo


2005 - Minimum-Maximum (CD duplo)

Compilações e remisturas


1972 - Kraftwerk (2LP - compilação - UK)
1973 - Kraftwerk 1 (compilação dos álbuns Kraftwerk 1 e Ralf and Florian - Italia)
1974 - Exceller 8 (compilação)
1974 - Highrail (compilação)
1974 - Doppelalbum (2LP - compilação - Alemanha)
1974 - Kraftwerk 2 (compilação dos álbuns Kraftwerk 2 e Autobahn - Italia)
1976 - Collection Atout (compilação - França)
1981 - Elektro Kinetik (compilação)
1991 - The Mix (álbum de misturas)
1992 - The Model (CD - compilação - EUA)
1994 - Three Original - Capitol Years (3CD - compilação - EUA)
2006 - Der Katalog (título em alemão: Der Katalog) (remasterização de álbuns de 1974-2003 - só existe em versão promocional. Não foi lançado comercialmente.)

Compilações e remisturas não oficiais


1992 - The Remix - Gravadora Smurf(2) www.discogs.com

DVDs


2005 - Minimum-Maximum (DVD duplo)
2006 - Notebook (caixa contendo DVD duplo e CD duplo, com as mesmas gravações de Minimum-Maximum)

Álbuns não-oficiais


1975 - Kometenmelodie (ao vivo no Sartorysäle, em Köln, Alemanha, no dia 22 de Março de 1975)
1990 - Return Of The Mensch-Maschine (ao vivo no teatro Tivoli, em Bolonha, Itália, no dia 7 de Fevereiro de 1990)
1991 - Hyper Cerebal Machine (ao vivo no teatro Apollo, em Firenze, Itália, no dia 19 de Maio de 1981)
1992 - Virtu Ex Machina (ao vivo no Nakano Sun Plaza, em Tóquio, Japão, no dia 7 de Setembro de 1981)
1995 - Toccata Electronica (mixagens externas, versões de singles e músicas raras)
1996 - Oriental Computer (ao vivo no Nagoya Shi Koukai Do, em Nagoya, Japão, no dia 13 de Setembro de 1981)
1997 - Kling Und Klang (um resumo do concerto no teatro Rolling Stone, em Milão, Itália, no dia 17 de Novembro de 1991)
1997 - Tribal Gathering (músicas ao vivo no festival Tribal Gathering, em Luton, Inglaterra, no dia 24 de Maio de 1997 e mixagens externas)
1998 - Concert Classics (ao vivo no Ebbet's Field, em Denver, Estados Unidos, no dia 20 de Maio de 1975)
1998 - The Warfield Theatre Soundboard (ao vivo no teatro Warfield, em San Francisco, Estados Unidos, no dia 07/16/1998)
1998 - Tour de Rio (ao vivo Free Jazz Festival, no Rio de Janeiro, Brasil, no dia 16 de Outubro de 1998)
2001 - Ananas Symphonie (ao vivo no Beggar's Baquet Club, em Louisville, Estados Unidos, no dia 13 de Abril de 1975)
2004 - At The Cirkus (ao vivo no Cirkus, em Estocolmo, Suécia, no dia 10 de Fevereiro de 2004) 2004 - Music & Arts (ao vivo no 5° festival Coachella Arts & Music, em Indio, Estaods Unidos, no dia 1 de Maio de 2004)
2006 - Vitamin Roboter (ao vivo no festival Summer Of Love, em Pardubice, República Tcheca, no dia 19 de Agosto de 2006)
2007 - K4 Bremen Radio (ao vivo no Gondel Kino, em Bremen, Alemanha, no dia 25 de Junho de 1971)

Site Oficial: http://www.kraftwerk.com

Fonte: Wikipedia - Português - http://pt.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk

Imagem: Na época do "Computer World", em 1981.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Cemitério da Consolação - Por Wikipedia




O Cemitério da Consolação é a mais antiga necrópole em funcionamento na cidade de São Paulo e uma das principais referências brasileiras no campo da arte tumular. Localiza-se no distrito da Consolação, na região central da capital paulista. Primeiro cemitério público da cidade, foi inaugurado em 1858 com o nome de Cemitério Municipal, com o objetivo de garantir a salubridade e evitar epidemias, substituindo o hábito então recorrente de sepultar os mortos nos interiores das igrejas. Atualmente, é um dos 22 cemitérios públicos administrados pelo Serviço Funerário do Município de São Paulo.
Com a prosperidade advinda da cafeicultura e o surgimento de uma expressiva burguesia em São Paulo, o Cemitério da Consolação passou a abrigar obras de arte produzidas por escultores de renome, para ornamentar os jazigos de personalidades importantes na história do Brasil, como Campos Sales, Washington Luís, marquesa de Santos e Monteiro Lobato. Entre os artistas que produziram obras para o cemitério encontram-se Rodolfo Bernardelli, Victor Brecheret, Bruno Giorgi e Celso Antônio de Menezes. Mantém visitas guiadas, por meio do projeto “Arte Tumular”.


História


Antes da sua construção os sepultamentos eram realizados nas igrejas e em seus arredores, o que trazia problemas de saúde pública. Com a aparição de idéias de sanitarismo e higiene, os governos das cidades criaram os primeiros cemitérios públicos.
Em São Paulo, por força do Ato Institucional do Imperador, foi-se consolidando a idéia da construção de um cemitério público de uso geral pela população. Assim, Carlos Rath incumbiu-se da missão de arquitetar o novo cemitério. Foram anos de discussão na Câmara Municipal antes de sua efetiva inauguração.
Em seus primeiros anos, o cemitério da Consolação era o lugar de sepultamento de pessoas de todas as classes sociais, incluídos os escravos, que foram transferidos do cemitério dos Aflitos.
Já a partir do século XX, o cemitério passa a receber quase que exclusivamente pessoas da alta classe média e da burguesia - notadamente os nouveaux riches - devido ao loteamento dos terrenos em jazigos perpétuos vendidos pela prefeitura. À época, um túmulo suntuoso era visto como sinal inequívoco de status social. Havia verdadeira competição entre as famílias abastadas, que construíam jazigos cada vez mais sofisticados, em materiais nobres como mármore e bronze. A ornamentação ficava a cargo de artistas de primeira grandeza, que tinham na arte tumular uma atividade com demanda estável e altamente lucrativa.
Desde então, o cemitério abriga túmulos de personalidades e famílias ilustres da sociedade brasileira e paulista, sendo também referência em arte tumular no Brasil, com importantes obras de arte de escultores como Victor Brecheret, Celso Antônio Silveira de Menezes, Nicola Rollo, Luigi Brizzolara e Galileo Emendabili.


Localização


Localizado inicialmente na periferia de São Paulo, no ponto mais distante, acaba depois de um crescimento da economia cafeeira cercado de casarões da elite paulista.
O cemitério tem acesso pela Rua da Consolação, 1660.


Personalidades Sepultadas


No Cemitério da Consolação encontram-se os restos mortais de muitas personalidades importantes da História do Brasil.
Lá se encontra a tríade Modernista: Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Mário de Andrade,o escritor modernista Antonio de Alcantara Machado, sepultado ao lado do pai o jurista José de Alcantara Machado e do avô Brasílio Machado, nomes da politica brasileira como os presidentes Campos Sales, e Washington Luís e os governadores Ademar de Barros, Bernardino José de Campos Júnior e Roberto Costa de Abreu Sodré, o prefeito Fábio da Silva Prado, personalidades como a Marquesa de Santos, o Barão de Antonina (João da Silva Machado) e sua filha Maria Antonia da Silva Ramos, em capela em mármore carrara século XIX, com brasão de armas em bronze, tombada pelo CONDEPHAAT, o Barão de Anhumas (Manuel Carlos Aranha), a antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, o escritor Monteiro Lobato, o arquiteto Ramos de Azevedo, empresários como Cândido Fontoura, Roberto Simonsen e Rodolfo Crespi, o fazendeiro Geremia Lunardelli, a aristocrata paulista e mecenas das artes Yolanda Penteado, o acordeonista Mario Zan e santos populares como Antoninho da Rocha Marmo.
Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, o maior da América Latina, que do subsolo ao pico possui 25 metros de altura. Tem o tamanho aproximado de um prédio de 3 andares, ocupando uma área de 150 metros quadrados. É ornamentado por um impressionante conjunto escultório em bronze italiano, obra de Brizzolara. Segundo jornalistas á época de sua construção, teria custado praticamente o mesmo que o Hospital Umberto I.


Visitação:


O cemitério tem acesso gratuito e aberto todos os dias das 7 às 18 horas e as visitas monitoradas são feitas das 8 às 15 horas.




Maiores Informações:


História e Arte do Cemitério da Consolação - Elaborado pela Prefeitura Municipal de São Paulo - http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/cemiterio_baixa_1219246534.pdf

terça-feira, 21 de julho de 2009

Cemitério da Consolação - Ficha


Ficha
Nome: Cemitério da Consolação
Local: São Paulo
Em funcionamento: desde 1858
Gestão: Pública - Municipal
Estilo: Horizontal
Pontos Fortes: Riqueza Tumular imensurável, Grande parte dos exemplares preservados e direcionados ao caráter histórico-cultural, organização interna, estrutura viária aceitável, arborização e localização.
Pontos Fracos: Descaso em alguns pontos, problema persistente de segurança (sobretudo à noite) e falta de um espaço destinado a instalação de uma praça de alimentação.
Nota: 10,0 (A nível de Brasil) e 9,0 (A nível real)
Motivos: Quanto ao nível nacional, só não dou maior que 10,0 pois este é o quesito máximo, mediante as condições encontradas nas necrópoles no Brasil, Consolação possui sim todos os atributos que levam à nota máxima. Porém, se levarmos todos os aspectos reais, positivos e negativos, seria uma utopia dizer que mereceria uma nota máxima de fato, pois assim como todo cemitério, o campo santo possui problemas, citados nos pontos fracos, sobretudo pelo fato de que mesmo com arame farpado cercando o cemitério, a altura é baixa e de fácil acesso. Há algum tempo, a Prefeitura de São Paulo prometeu que iria intensificar a vigilância do local através de uma equipe de guardas municipais munidas de motos para tentar coibir o vandalismo ocasional. Entretanto, no dia da visita não foi avistado nenhum policial no turno diurno. E sobre as fotos, realmente a Consolação possui uma placa na entrada falando claramente que as imagens só são permitidas diante autorização da administração interna do cemitério e a liberação depende de dias e da boa vontade das pessoas que ali trabalham. De uma forma geral, todo mundo que estava presente foi muito bem aceito e foi possível trabalhar com tranquilidade do começo ao fim.
Próximo post será ainda sobre Consolação, pois é um assunto tão rico e abrangente que ficaria impossível comprimir num só post. Grato pela compreensão.

domingo, 19 de julho de 2009

15º Etapa - Caminhos Cemiteriais - Cemitério da Consolação - São Paulo - SP - 18.07.2009


Nesta etapa, mais do que especial, se trata primeiramente de um dos cemitérios mais famosos e comentados da América Latina (ultrapassa o âmbito nacional, pro começo de conversa) por todos aqueles que apreciam os cemitérios de uma forma geral. O Cemitério da Consolação, além de toda uma essência que a caracteriza, possui entre outros aspectos, um ambiente único dentro de um contexto cemiterial e que essa somatória de fatores serão descritos adiante.
Antes de adentrarmos, ficamos impressionados com o tamanho imensurável do local. Para terem uma noção exata, a área da Consolação é equivalente a quatro cemitérios do Paquetá, sem o mínimo exagero !!! E quem quiser comprovar, acessem Google Earth ou Google Maps para terem essa certeza !!! A entrada, embora um pouco acanhada pela imensidão colossal do lugar, é bonita e imponente..O único porém é que o trânsito ao seu entorno estava um inferno de sempre, veículo para tudo quanto é lado !!! Depois que entramos, ficamos maravilhados (sem o mínimo exagero) com a quantidade de túmulos, jazigos perpétuos e mausoléus em um só lugar e uma boa parte preservadíssima !!! E logo depois, nos juntamos ao grupo de pessoas que estavam com o mesmo intuito: tirar fotos e acompanhar a monitoria por parte do Professor Eduardo Rezende (Dr. Cemitério), que contava cada História interessante que relatava a respeito de cada personalidade enterrada ali.
Ao mesmo tempo, a maioria dos presentes no evento realizado na Consolação, batia fotos com uma velocidade impressionante, apreciando cada exemplar de uma forma única !!! Incluindo a pessoa que vos escreve !!! Para vocês terem noção de como isso é fato, foram mais de 900 fotos tiradas no local, incluindo os túmulos mais famosos descritos pelo Professor, e num ritmo bem alucinante, com o intuito de mostrar os resultados para o público que está conosco nessa empreitada (nem que seja para discordar da temática, mas tudo bem). O porém é que o acervo é tão grande que aconteceram dois imprevistos: o cartão carregador da câmera não suportou e encheu logo depois que tirei as fotos da câmera e as pilhas estavam prestes a terminarem, literalmente. Além do mais, o acervo é tão rico, mas tão rico, que ficou impossível tirar fotos de todos os lugares que gostaríamos de fotografar no local, incluindo a parte protestante do cemitério, que estava fechada para visitação, por conta de que a administração nesta porção é paralela a administração central da Consolação. Outros pontos fundamentais a considerar :
- Lá é proibido tirar fotografias sem autorização mediante a administração do local, muito embora devido ao tamanho, é impossível não entrar lá e bater fotos sem ser importunado;
- Há casos de descaso no Cemitério mais por conta dos familiares e da ação do tempo do que da administração em si e detalhe é que o Cemitério melhorou e muito a sua estrutura interna nos últimos anos, com ronda da guarda municipal, inclusive. E mesmo assim devido ao tamanho é impossível coibir a ação de pessoas que só vão ao cemitério para avacalhar;
- Assim como o Paquetá, tem glebas da Consolação que são demarcadas por "irmandades" religiosas e pagam taxas anuais de manutenção e limpeza dos jazigos, incluindo a área tida como "protestante" descrita anteriormente aqui;
- Não existem carneiras (gavetões) na Consolação, toda a área é preenchidas por modalidade de túmulos horizontais (que vocês imaginam como mausoléus, jazigos, campas individuais...Imaginem como quiserem);
- A Administração da Consolação é tida como uma das mais cordiais e tolerantes do Brasil devido ao tratamento e bom senso sempre usado nas vezes em que há visitas monitoradas;
- A última e não menos importante citação: pessoas que estavam com o Eduardo, incluindo nós, dotavam de um nível de conhecimento, não somente no aspecto cemiterial, de informações gerais que chega a impressionar de tal maneira que parece que o tempo não passava, literalmente falando.
Posteriormente, nos reunirmos numa galeria de lanchonetes que se localiza perto da Universidade MacKenzie para fins de descontração e logo após fomos para um Empório que fica praticamente ao lado. O pessoal queria se reunir para beber e nisso tudo, nós conhecemos o Marcos Viana, o Pinguim, fotógrafo que estava com o grupo, mas que fez questão de conversar com a gente sobre diversos assuntos por horas a fio !!! Falamos de diversos assuntos nesse período e também 3 cenas de pedintes: um com alvará da condicional pedindo trocado, um moleque com camisa de marca pedindo latinha e outro com uma banana, zoando com a gente de que era um assalto, mas estava brincando e só queria um cigarro e deu a fruta para nós...
Bem, a Ficha vou deixar para o próximo post por conta de que Consolação é um local tão grande em essência que fica impossível postar numa tacada só.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Visitas Monitoradas - Cemitério da Consolação - Por Prefeitura de São Paulo - Serviço de Utilidade Pública

Assim como acontece em cemitérios europeus, o Serviço Funerário instituiu a visita monitorada aos túmulos de personalidades ilustres e às obras de arte tumular do cemitério da Consolação. O público alvo são estudantes, professores, pesquisadores, turistas, entre outros. O Serviço Funerário disponibiliza um monitor para dar informações sobre as obras de arte e a história de cada uma das personalidades sepultadas. O cemitério da Consolação é um verdadeiro museu. Oficilamente aberto em 15 de agosto de 1858, possui túmulos de personalidades como Monteiro Lobato, Tarsila do Amaral, Ramos de Azevedo, José Bonifácio de Andrada e Silva (o Patriarca da Independência), Antoninho da Rocha Marmo, Mário e Oswald de Andrade, além de dezenas de obras de arte de importantes escultores do século passado como Victor Brecheret, entre outros.A visita monitorada é parte do projeto Arte Tumular, idealizado pelo Serviço Funerário do Município de São Paulo, a partir de pesquisas realizadas pelo historiador Délio Freire dos Santos, falecido em 12/04/2002.

Agendamento de visitas: fone (11) 3396-3832 (Assessoria de Imprensa).

Fonte: Prefeitura de São Paulo - http://portal.prefeitura.sp.gov.br/empresas_autarquias/servico_funerario/arte_tumular/0028

Nota: Sábado promete !!!! =)