
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
18º Etapa - Cemitério da Filosofia - Revisita - Parte 2 - 23.08.2009

sábado, 22 de agosto de 2009
Crime da Mala - Por Novo Milênio
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0081.htm
O porque disso ? Por conta da Maria Mercedes Fea Pistone, enterrada no Cemitério da Filosofia, em Santos. E o resto, é só clicar na fonte.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Cemitérios de São Bernardo do Campo - por site oficial da prefeitura local
http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/pqt_container_r01.asp?srcpg=cemiterios
Ah, os cemitérios são ligados à Secretaria Municipal de Serviços Urbanos.
Post rápido e rasteiro por conta de novidades que possam surgir logo. Assim esperamos.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Cemitério Vila Euclides - São Bernardo do Campo - Análise

domingo, 16 de agosto de 2009
Caminhos Cemiteriais - 17º Etapa - Cemitério da Vila Euclides - São Bernardo do Campo - SP

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Contra Lei Anti-Fumo no Estado de São Paulo
É o começo do fim e mais do que isso: é cada vez mais evidente que a saída do Estado de São Paulo é por via Cumbica.
Nos próximos posts vou escrever mais a respeito. Somente mais uma coisa: o que se pode esperar de um país (peso-morto latino-americano...Motivo de piada até para quem mora na Nicarágua) que aplaude vermes como Serra, Sarney e Collor e que repudia qualquer coisa que visa o direito de discordar o que essa gentalha prega ?!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Cemitério da Vila Formosa - Pequena Introdução - Por Wikipedia
Criado em 20 de maio de 1949, o cemitério tem uma área de 780 mil metros quadrados, em que já foram sepultadas mais de 1,5 milhão de pessoas. É uma necrópole usada, sobretudo, para enterros de pessoas de classe média baixa e pobres.
Dividido em duas alas, todo mês realizam-se uma média de 275 sepultamentos. Com dezoito salas para os velórios, o Vila Formosa possui três entradas.
Este cemitério ocupa a quarta maior área verde municipal de São Paulo, só sendo superado pelos parques Anhangüera, Ibirapuera e do Carmo, representando assim uma importante área verde para a zona leste da capital paulista. Por ser muito arborizado é usado diariamente para o lazer, principalmente das crianças e dos adeptos das caminhadas e corridas.
Bibliografia
REZENDE, Eduardo Coelho Morgado - Metrópole da morte necrópole da vida: um estudo geográfico do Cemitério de Vila Formosa. São Paulo: Carthago Editorial, c2000
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Cemitério da Quarta Parada - São Paulo - Por Wikipedia
O nome "Quarta Parada" tem origem no fato de estação constituía a quarta parada do trem em direção ao município de Cachoeira Paulista, contando a primeira a partir da estação do Brás. Hoje, as duas paradas intermediárias estão desativadas, mas o cemitério adotou o nome dado ao bairro pela estação. O antigo nome oficial de "Cemitério do Brás" deve-se à sua criação ser anterior ao desmembramento do distrito do Brás, ocorrida no início do século XX.
Personalidades enterradas
Arnaldo Rosa - músico; um dos Demônios da Garoa.
Hélio Ribeiro - jornalista, apresentador e narrador de programas de rádio e televisão.
Felisbina Müller - mulher cujo corpo foi exumado três vezes e ainda permanece intacto (segundo fonte local). A ela são atribuídos alguns milagres e pedidos realizados, tornando-se uma "santa" popular.
Jacinto Figueira Júnior - conhecido como "o Homem do Sapato Branco", apresentador de televisão.
Vicente Matheus - ex-presidente do Sport Club Corinthians Paulista por vários anos.
Família Bottarini - Importante e tradicional família paulistana, que iniciou suas atividades no Brasil, no final do séc. XIX.
sábado, 8 de agosto de 2009
Sobre mim - Por Edcarlos Coppola

"O cenário da história se passa no bairro do Embaré, na cidade de Santos, litoral do Estado de São Paulo. Seu principal e única personagem é um rapaz de cabelos claros e traços europeizados chamado Rodrigo, regados a muito rock´n roll heavy metal, fumaças de cigarros Marlboro e algum sexo, para que atraiamos assim mais leitores para a história. Pareceria mais uma história comum, se você, caro leitor, não tiver o feeling para perceber quando se está diante de algo ou alguém cuja extração da essência resultaria em histórias riquíssimas e algumas lições de vida.
Só sei que desenrolar as teias de aranha que envolvem o ser humano e caracterizá-lo como matéria viva é tarefa das mais ricas, mas, ainda que assim seja, considero-me despreparado para descrever a personagem que tenho à mente de forma que consiga englobar um mundo que ele contenha dentro de si. Mas assim assumo o risco, por minha conta e risco. Que falte algo, pois algumas coisas sempre haverão de ser omitidas. E que eu ainda assim saiba usar as palavras corretas de acordo com aquilo que sinto e ajo.
Certas pessoas não são dignas de nota e, mesmo que o sejam, não nos forneceriam subsídios para nada mais do que uma anotação esquecida no bloco de notas guardada em alguma gaveta perdida pelo apartamento. Há tempos não sei notícias do moço descrito acima muito menos o que estará fazendo da vida, mas mentalmente e periodicamente, acrescento anotações mentais acerca dele. Sobre o caráter, a inteligência, a ironia fina e principalmente pela característica mais importante tudo: a sabedoria em um recinto de cretinos.
Não posso deixar passar a inteligência em um tempo em que o cérebro foi relegado a material de segunda linha e cada vez mais defenestrado pela sociedade em geral. Pensar está se tornando material de luxo e quem o faz cotidianamente é cada vez mais encarado como extraterrestre. Pois são os seres intergalácticos que me importam, eles que eu quero sentados no chão da sala formulando as teorias mais descabidas entre uma garrafa de cerveja e outra. E com boa música de fundo, obviamente. Eu quero ser instigado até meu cerne, eu quero pensar no novo sempre, ser alargado nem a fórceps. Pessoas que me fazem bocejar são cansativas. Eu quero que não me façam dormir, pois fechar os olhos me traria a sensação de tempo perdido e não aproveitado. Não aprendido. Não vivido e nem sentido. E com o Rodrigo eu tenho tudo isso, no pouco tempo que tivemos de convivência.
Pessoas banais eu encontro sentadas no banco da praça, mas pessoas instigantes eu sou obrigado a amarrar no pé da mesa e só deixar saírem da minha vida quando eu tiver sugado o máximo possível. E que eu ainda ultrapasse esse máximo.
Esse rapaz é o Rodrigo.
Ele é meu amigo.
Feliz Aniversário, rapaz. Tudo de bom pra você hoje e para todo o sempre. Ainda viverei para te ver entronizado no mesmo patamar de Melhem Adas, Milton Santos e Aziz Ab´Saber."
Fonte: Blog do Edcarlos Coppola - http://www.olimitrofe.blogspot.com/
Nota: Quem quiser mandar sua visão a meu respeito (confesso que eu gosto quando alguém fala sobre mim de forma imparcial, realista e sem puxasaquismos) como uma espécie de Caixa da Verdade (podem me exaltar os defeitos tbm, pois sou falho como todo mundo), pode publicar à vontade que terei o prazer de postar nisso aqui.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Itanhaém - Biografia

terça-feira, 4 de agosto de 2009
Cemitérios de São Paulo - Comunicado
E realmente muitas novidades estão surgundo toda hora, esta é uma delas !!! Isso mostra que com trabalho, dedicação, conhecimento, foco e paixão podem chegar a algum lugar e pretendemos ir mais além...Próximas novidades, em breve !!!
domingo, 2 de agosto de 2009
16º Etapa - Caminhos Cemiteriais - Cemitério de Itanhaém - 01.08.2009
Nesta etapa, visitamos o município de Itanhaém cuja principal finalidade foi visitar o cemitério local, que se localiza ao lado do Hospital Regional de lá, vide mapa (fonte: Google Earth) e o primeiro destaque encontra-se já na abertura, cuja entrada é um tanto qto diferente da maioria dos cemitérios da Região pesquisados até o momento. Logo percebemos que o espaço físico é muito pequeno e dá uma forte impressão de superlotação por diversos motivos: número relativamente pequeno de túmulos, carneiras em formato de ossário em sua grande maioria, espaço acimentado demais, pouca arborização e com a impressão de que o local foi feito muito no improviso numa tentativa de ampliação, mas não teve o efeito desejado. Sendo assim, o local não apresenta muitos pontos de descaso gritante..Por outro lado possui um aspecto comum de cemitério de município de pequeno porte: área relativamente menor, famílias importantes que ostentam melhores jazigos, demais túmulos e carneiras distribuídos por todas as camadas sociais e até indígenas. Não há muito o que descrever, senão a razão pela qual o cemitério possui o espaço físico datado do começo do século passado, mas devido ao número pequeno de sepultamentos, o espaço foi se preenchendo aos poucos, até porque alguns munícipies preferiam enterrar seus entes em outros locais...Ah, Itanhaém possui outro cemitério, que se localiza no Jardim Coronel, um bairro afastado e que talvez seja alvo de uma visita nossa algum dia...Ficha
Nome: Cemitério Municipal de Itanhaém
Local: Centro - Itanhaém - SP
Em funcionamento desde: Começo do Século XX
Gestão: Municipal
Estilo: Horizontal
Pontos Fortes: Localização, Cordialidade, Limpo (para Padrões da Baixada) e Organizado na medida do possível
Pontos Fracos: Espaço físico acanhado demais e em alguns túmulos, a exumação passou do ponto para descaso mesmo.
Nota: 7,0
Motivos: É correto afirmar que não é um primor de necrópole, mas Itanhaém até o momento conseguiu preservar o local para fins de visita, sobretudo nas datas tidas como religiosas e a localização é próxima dos Centros Comercial e Turístico daquele município.
Só para registrar, houve momentos de atraso tanto para ir como para voltar para Santos devido a insensatez e incompetência da Viação Piracicabana S/A, empresa que detêm os direitos de uso do transporte coletivo da Região (leia-se monopólio). Além da precariedade do transporte aliado ao preço exorbitante das passagens, somos obrigados a aturar demora excessiva das linhas (inclusive 905, cujo trajeto vai de São Vicente até Peruíbe) e ainda ter quebras inacreditáveis dos carros que compõem a linha e a tradicional demora para decidir o que fazer para resolver os problemas e mais do que isso: aguentar o péssimo humor dos funcionários e empresas, que sem dúvida fazem do transporte público um dos piores quesitos da Baixada Santista !!!
Sem mais protestos...
Bom, metade do caminho foi andando...Resta outra metade para concluir a primeira temporada, digamos, desse projeto, que sem dúvida será duradoura e colherá frutos ainda maiores !!!!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Editora Necrópolis - Apresentação - Matéria do Jornal da Tarde - junho de 2006
Rezende lançou no começo deste mês 'Céu Aberto na Terra - Uma Leitura dos Cemitérios Paulistanos na Geografia Urbana', que fala sobre a história do Cemitério da Consolação. Só que achar uma editora que quisesse publicá-lo foi tarefa difícil. "Escutei muitos nãos", desabafa. "Alguns me dispensaram sem nem ler o material. A morte não vende." A solução? Abrir sua própria editora, batizada apropriadamente de Necrópolis "Decidi publicar por conta própria", explica o professor. O nome é sugestivo e não esconde que o que Rezende quer é trabalhar com assuntos fúnebres. Ele ainda pretende lançar mais três livros, todos de sua autoria: "O que é cemitério?" (um pocket book que explica a origem da tradição de enterrar os mortos), "Carros e carruagens funerárias" e "Cemitérios do Brasil". O estranho fascínio vem da infância. Sua família morou ao lado do Cemitério da Vila Formosa. "Nós vivíamos praticamente na extensão do cemitério", conta. Seus irmãos chegaram a fazer pequenos serviços no local, como limpeza de lápides. "Nunca tivemos medo", garante. "É questão de costume."
Fonte e maiores informações : Editora Necrópolis : http://www.necropolis.com.br
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Mumificação
A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os orgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, há exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.
Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) e deixado a secar durante 70 dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com linho e substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ligaduras. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação eram por vezes embalsamados e colocados em sepulturas próprias.
Tipos de Mumificação
Mumificação solar do Egito faraonitico
O Faraó morreu e o seu cadáver é cozinhado até as carnes se desprenderem dos ossos. Os ossos são pintados de vermelho, enfaixados, fazendo-se uma estocagem na múmia com gesso. Pinta-se o retrato da pessoa na própria múmia. E esta se forma ao mesmo tempo em uma estátua Ka, ou seja, uma estátua que vai abrigar a alma do morto. Deixavam o corpo ao Sol, pois acreditava-se que o Sol era o principal Deus e traria luz para a alma.
Mumificação osiriana
Este é o processo que mais conhecemos e o que se tornou mais utilizado. Para o Faraó, para a nobreza e pessoas mais ricas, era feita da seguinte forma:
O cérebro é tirado pelas narinas, através de um instrumento curvo, mexe-se no cérebro que é uma massa mole, e este se liquefaz. Injeta-se vinho de tâmara, ajudando a dissolver mais o cérebro. Vira-se o morto e o cérebro escorre pelas narinas
É aberta uma incisão no abdômen e todos os órgãos internos, exceto o coração, são retirados, embalsamados e colocados em jarros chamados de canopos. Em seguida, o corpo é enchido com saquinhos de sal (Natrão) e mergulhado em uma espécie de bacia um pouco inclinada com um furo de um lado, para que seus líquidos escorram. Após isso, a múmia é literalmente enterrada por 72 dias. O sal absorve todo o líquido do corpo
Após estes 72 dias, o corpo, que está escurecido e ressecado, é retirado. Enxertam-se resinas, aromas, perfumes, bandagem, pó de serra, isto para dar a conformação do corpo. Depois disto, a abertura no abdômen é costurada, e é colocada uma placa mágica, geralmente com o desenho dos Quatro filhos de Hórus e de seu olho;
Começa, então, o processo de enfaixamento com metros e metros de tiras de pano de linho com goma arábica, até fazer a composição que vemos nas múmias. A cada volta , colocam-se amuletos e colares. Assim a múmia está pronta para o enterro, sendo que no caso do Faraó este enterro era acompanhado de um extenso ritual, repleto de encantamentos, realizado por sacerdotes.
Mumificação para pessoas de classe baixa
Dão uma injeção de essências e de vinhos corrosivos através do ânus, põe uma espécie de tampão e depois de alguns dias tiram-no o que dissolveu. Então eles enfaixam a múmia e devolvem o corpo para os parentes.
Quando as múmias foram encontradas, muitas foram comercializadas e quando o comércio delas acabou e ninguém mais se interessava em comprá-las, alguns ladrões de túmulos decidiram triturar as múmias e comercializá-las como pó para fazer chá. Muitas pessoas adquiriram este pó achando que haveria algum poder de cura para seu tipo de doença.
Mumificação na atualidade
A mumificação é um fenômeno natural. Não confundir com a técnica de embalsamamento egípcia, que popularmente são conhecidas por múmias. A mumificação é o resultado de cadáveres que são enterrados em terreno seco, quente e arejado. O cadáver sofre uma desidratação rápida e intensa, e o corpo não entra em decomposição, pois a fauna cadavérica não resiste. A pele do cadáver fica com aspectos de couro.
Tutankamon - a múmia mais famosa de todos os tempos
A descoberta por Howard Carter do túmulo totalmente intacto do Faraó Tutankamon, é a mais famosa de todas, pois quando a mesma foi descoberta, todo o tesouro enterrado com este Faraó estava do modo como foi colocado há milhares de anos atrás. Algo impressionante e confuso, pois os ladrões de túmulos não haviam encontrado-a e nada havia sido tocado.
Fonte: Wikipedia - Português - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mumifica%C3%A7%C3%A3o#Mumifica.C3.A7.C3.A3o
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Comunicado
Este post é para fins de dizer que isso aqui está a todo vapor e que está sendo uma grata surpresa e corresponderemos essa expectativa, podem ter certeza !!!
sábado, 25 de julho de 2009
Banda do mês - Kraftwerk
Kraftwerk (usina de energia em alemão) é um grupo musical alemão que inventou um estilo de música techno totalmente feita e tocada por meio de sintetizadores, tornando a música eletrônica mais acessível ao grande público, principalmente porque se tornaram os precursores de estilos como o techno e o electro, bem como a moderna dance music em geral. A banda foi fundada por Florian Schneider e Ralf Hütter em 1970, mas contando sempre com a participação de outros músicos, sendo que muitos sequer chegaram a participar de algum disco. Entretanto, a formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos.As técnicas que o Kraftwerk introduziu, assim como os equipamentos desenvolvidos por eles, são elementos comuns na música moderna. A banda tem sido considerada por alguns como tão influentes quanto os Beatles na sua participação na música popular na segunda metade do século XX. As suas letras lidam com a vida urbana e a tecnologia europeia pós-guerra. Geralmente mínimas, ainda assim revelam celebração e alertas sobre o mundo moderno.
História
O Kraftwerk foi fundado em 1970 por Florian Schneider-Esleben (flauta) e Ralf Hütter (teclado) no seu estúdio Kling Klang, na cidade de Düsseldorf, Alemanha. Conheceram-se quando estudavam no Conservatório de Düsseldorf no final dos anos 60, participando da cena experimental da música da época, o movimento posteriormente intitulado Krautrock.
As primeiras formações da banda, entre 1970 e 1974, eram bastante rotativas, com Hütter e Schneider trabalhando com vários outros músicos para gravar quatro álbuns e se apresentar algumas vezes. Entre os participantes destacam-se o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger , que deixaram a banda para formar o Neu!.
A participação, experiência e influência do produtor Konrad "Conny" Plank foram também significativas. Trabalhou com bandas como Can, Neu!, Cluster, e, como resultado do seu trabalho com os Kraftwerk, o seu estúdio localizado em Colónia tornou-se num dos mais requisitados no final dos anos 70. Plank produziu os primeiros quatro álbuns da banda, mas parou de trabalhar com os Kraftwerk depois do sucesso comercial de Autobahn, aparentemente devido a disputas com contratos da banda.
Emil Schult tornou-se num colaborador regular do grupo no início de 1973, originalmente tocando baixo e violino, produzindo material visual da banda e letras e os acompanhando em digressões.
Após vários álbuns experimentais, o sucesso da banda veio em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa de 22 minutos motorik. A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos electrónicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) e The Man Machine (1978).
Em 1975 formou-se o que ficou conhecido como a formação clássica do Kraftwerk, para a digressão de Autobahn. Juntaram-se a Hütter e Schneider Wolfgang Flür and Karl Bartos como percussionistas electrónicos.
Depois de anos sem apresentações ao vivo, os Kraftwerk iniciaram digressões novamente no final dos anos 90. Ralf queria tocar cada vez mais, mas a dificuldade em transportar os equipamentos analógicos limitou as viagens para fora da Europa. Após a saída de Flür e Bartos, vários outros músicos, como Fritz Hilpert e Henning Schmitz apareceram na formação dos Kraftwerk.
Em meados de 1999, as gravações originais de Tour de France foram finalmente lançadas em CD, indicando um reinício das actividades da banda. O single Expo 2000, a primeira nova música em treze anos, foi lançado em Dezembro do mesmo ano, e posteriormente remisturado por bandas de música electrónica como Orbital.
Em 2000, o ex-membro Flür publicou uma autobiografia na Alemanha, Kraftwerk: I Was a Robot, revelando vários novos detalhes sobre a vida da banda. Hütter e Schneider mostraram, no entanto, hostilidade à obra.
Em Agosto de 2003, a banda lançou Tour de France Soundtracks, o primeiro álbum desde Electric Café, de 1986. Em Junho de 2005, a banda lançou um álbum ao vivo, Minimum-Maximum, que foi compilado de apresentações da banda durante a digressão europeia no início de 2004, recebendo várias críticas positivas. A maioria das faixas consistia em remodelagens de antigas faixas de estúdio. O álbum foi galardoado com o Grammy para melhor álbum de música electrónica. Juntamente com o CD, foi lançado um DVD que contém vários vídeos de apresentações em várias localidades no mundo.
No dia 5 de Janeiro de 2009, Florian Schneider anunciou a sua saída do Kraftwerk. Shneider era o penúltimo integrante da formação original da banda, cuja também foi um dos fundadores e onde permaneceu por mais de 40 anos. Florian não se apresentava com o Kraftwerk desde a turnê nos EUA de Abril de 2008, e foi substituído nesses shows por Stefan Pfaffe (antigo colaborador da banda). Da formação original restou apenas Ralf Hütter.
Ficha
Banda : Kraftwerk
Origem: Düsseldorf, Renânia do Norte-Westfália, Alemanha
Em atividade: Desde 1970
Integrantes: Ralf Rütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz e Stefan Pfaffe
Antigos Integrantes: Florian Schneider-Esleben, Wolfgang Flür, Karl Bartos, Klaus Roeder, Michael Rother e Klaus Dinger
Trabalhos:
Álbuns de estúdio
1970 - Tone Float (ainda sob o nome Organisation)
1971 - Kraftwerk
1972 - Kraftwerk 2
1973 - Ralf und Florian
1974 - Autobahn
1975 - Radio-Aktivität (título em inglês: Radio-Activity)
1977 - Trans-Europa Express (título em inglês: Trans-Europe Express)
1978 - Die Mensch-Maschine (título em inglês: The Man Machine)
1981 - Computerwelt (título em inglês: Computer World)
1983 - Techno-Pop (não foi lançado)
1986 - Electric Cafe
1991 - The Mix
2001 - Expo Remix (junção dos singles Expo 2000 e Expo Remix)
2003 - Tour de France Soundtracks
Singles
1973 - Kohoutek-Kometenmelodie
1974 - Autobahn/Morgenspaziergang
1975 - Radioaktivität/Antenne (em inglês, Radioactivity/Antenna)
1977 - Trans-Europa Express (em inglês, Trans-Europe Express)
1977 - Schaufensterpuppen/Les Mannequins (versões alemã e francesa de Showroom Dummies) 1978 - Spacelab (Edit) (3.37)/The Robots (Edit) (3.48) - Brasil (7")
1978 - Spacelab (5.51)/The Model (3.38) - Brasil (7")
1978 - Die Roboter (em inglês, The Robots
1978 - Das Modell (em inglês, The Model)
1978 - Neonlicht (em inglês, Neon Lights)
1978 - Pocket Calculator/Computerworld - Brasil (7")
1978 - Homecomputer - Brasil (7")
1981 - Computerwelt (em inglês, Computer World)
1981 - Computerliebe (em inglês, Computer Love)
1981 - Taschenrechner/Dentaku (versões alemã e japonesa de Pocket Calculator)
1981 - Mini Calculateur (versão francesa de Pocket Calculator)
1983 - Tour de France
1986 - Der Telefon Anruf (em inglês, The Telephone Call)
1986 - Musique Non-Stop
1991 - Die Roboter (mixada) (em inglês, The Robots)
1991 - Radioaktivität (mixada) (em inglês, Radioactivity)
1999 - Expo 2000
2000 - Expo Remix
2003 - Tour de France 2003
2004 - Aéro Dynamik
2007 - Hot Chip Remixes
Álbuns ao vivo
2005 - Minimum-Maximum (CD duplo)
Compilações e remisturas
1972 - Kraftwerk (2LP - compilação - UK)
1973 - Kraftwerk 1 (compilação dos álbuns Kraftwerk 1 e Ralf and Florian - Italia)
1974 - Exceller 8 (compilação)
1974 - Highrail (compilação)
1974 - Doppelalbum (2LP - compilação - Alemanha)
1974 - Kraftwerk 2 (compilação dos álbuns Kraftwerk 2 e Autobahn - Italia)
1976 - Collection Atout (compilação - França)
1981 - Elektro Kinetik (compilação)
1991 - The Mix (álbum de misturas)
1992 - The Model (CD - compilação - EUA)
1994 - Three Original - Capitol Years (3CD - compilação - EUA)
2006 - Der Katalog (título em alemão: Der Katalog) (remasterização de álbuns de 1974-2003 - só existe em versão promocional. Não foi lançado comercialmente.)
Compilações e remisturas não oficiais
1992 - The Remix - Gravadora Smurf(2) www.discogs.com
DVDs
2005 - Minimum-Maximum (DVD duplo)
2006 - Notebook (caixa contendo DVD duplo e CD duplo, com as mesmas gravações de Minimum-Maximum)
Álbuns não-oficiais
1975 - Kometenmelodie (ao vivo no Sartorysäle, em Köln, Alemanha, no dia 22 de Março de 1975)
1990 - Return Of The Mensch-Maschine (ao vivo no teatro Tivoli, em Bolonha, Itália, no dia 7 de Fevereiro de 1990)
1991 - Hyper Cerebal Machine (ao vivo no teatro Apollo, em Firenze, Itália, no dia 19 de Maio de 1981)
1992 - Virtu Ex Machina (ao vivo no Nakano Sun Plaza, em Tóquio, Japão, no dia 7 de Setembro de 1981)
1995 - Toccata Electronica (mixagens externas, versões de singles e músicas raras)
1996 - Oriental Computer (ao vivo no Nagoya Shi Koukai Do, em Nagoya, Japão, no dia 13 de Setembro de 1981)
1997 - Kling Und Klang (um resumo do concerto no teatro Rolling Stone, em Milão, Itália, no dia 17 de Novembro de 1991)
1997 - Tribal Gathering (músicas ao vivo no festival Tribal Gathering, em Luton, Inglaterra, no dia 24 de Maio de 1997 e mixagens externas)
1998 - Concert Classics (ao vivo no Ebbet's Field, em Denver, Estados Unidos, no dia 20 de Maio de 1975)
1998 - The Warfield Theatre Soundboard (ao vivo no teatro Warfield, em San Francisco, Estados Unidos, no dia 07/16/1998)
1998 - Tour de Rio (ao vivo Free Jazz Festival, no Rio de Janeiro, Brasil, no dia 16 de Outubro de 1998)
2001 - Ananas Symphonie (ao vivo no Beggar's Baquet Club, em Louisville, Estados Unidos, no dia 13 de Abril de 1975)
2004 - At The Cirkus (ao vivo no Cirkus, em Estocolmo, Suécia, no dia 10 de Fevereiro de 2004) 2004 - Music & Arts (ao vivo no 5° festival Coachella Arts & Music, em Indio, Estaods Unidos, no dia 1 de Maio de 2004)
2006 - Vitamin Roboter (ao vivo no festival Summer Of Love, em Pardubice, República Tcheca, no dia 19 de Agosto de 2006)
2007 - K4 Bremen Radio (ao vivo no Gondel Kino, em Bremen, Alemanha, no dia 25 de Junho de 1971)
Fonte: Wikipedia - Português - http://pt.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk
Imagem: Na época do "Computer World", em 1981.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Cemitério da Consolação - Por Wikipedia

Com a prosperidade advinda da cafeicultura e o surgimento de uma expressiva burguesia em São Paulo, o Cemitério da Consolação passou a abrigar obras de arte produzidas por escultores de renome, para ornamentar os jazigos de personalidades importantes na história do Brasil, como Campos Sales, Washington Luís, marquesa de Santos e Monteiro Lobato. Entre os artistas que produziram obras para o cemitério encontram-se Rodolfo Bernardelli, Victor Brecheret, Bruno Giorgi e Celso Antônio de Menezes. Mantém visitas guiadas, por meio do projeto “Arte Tumular”.
Em São Paulo, por força do Ato Institucional do Imperador, foi-se consolidando a idéia da construção de um cemitério público de uso geral pela população. Assim, Carlos Rath incumbiu-se da missão de arquitetar o novo cemitério. Foram anos de discussão na Câmara Municipal antes de sua efetiva inauguração.
Em seus primeiros anos, o cemitério da Consolação era o lugar de sepultamento de pessoas de todas as classes sociais, incluídos os escravos, que foram transferidos do cemitério dos Aflitos.
Já a partir do século XX, o cemitério passa a receber quase que exclusivamente pessoas da alta classe média e da burguesia - notadamente os nouveaux riches - devido ao loteamento dos terrenos em jazigos perpétuos vendidos pela prefeitura. À época, um túmulo suntuoso era visto como sinal inequívoco de status social. Havia verdadeira competição entre as famílias abastadas, que construíam jazigos cada vez mais sofisticados, em materiais nobres como mármore e bronze. A ornamentação ficava a cargo de artistas de primeira grandeza, que tinham na arte tumular uma atividade com demanda estável e altamente lucrativa.
Desde então, o cemitério abriga túmulos de personalidades e famílias ilustres da sociedade brasileira e paulista, sendo também referência em arte tumular no Brasil, com importantes obras de arte de escultores como Victor Brecheret, Celso Antônio Silveira de Menezes, Nicola Rollo, Luigi Brizzolara e Galileo Emendabili.
O cemitério tem acesso pela Rua da Consolação, 1660.
Lá se encontra a tríade Modernista: Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Mário de Andrade,o escritor modernista Antonio de Alcantara Machado, sepultado ao lado do pai o jurista José de Alcantara Machado e do avô Brasílio Machado, nomes da politica brasileira como os presidentes Campos Sales, e Washington Luís e os governadores Ademar de Barros, Bernardino José de Campos Júnior e Roberto Costa de Abreu Sodré, o prefeito Fábio da Silva Prado, personalidades como a Marquesa de Santos, o Barão de Antonina (João da Silva Machado) e sua filha Maria Antonia da Silva Ramos, em capela em mármore carrara século XIX, com brasão de armas em bronze, tombada pelo CONDEPHAAT, o Barão de Anhumas (Manuel Carlos Aranha), a antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, o escritor Monteiro Lobato, o arquiteto Ramos de Azevedo, empresários como Cândido Fontoura, Roberto Simonsen e Rodolfo Crespi, o fazendeiro Geremia Lunardelli, a aristocrata paulista e mecenas das artes Yolanda Penteado, o acordeonista Mario Zan e santos populares como Antoninho da Rocha Marmo.
Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, o maior da América Latina, que do subsolo ao pico possui 25 metros de altura. Tem o tamanho aproximado de um prédio de 3 andares, ocupando uma área de 150 metros quadrados. É ornamentado por um impressionante conjunto escultório em bronze italiano, obra de Brizzolara. Segundo jornalistas á época de sua construção, teria custado praticamente o mesmo que o Hospital Umberto I.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Cemitério da Consolação - Ficha

domingo, 19 de julho de 2009
15º Etapa - Caminhos Cemiteriais - Cemitério da Consolação - São Paulo - SP - 18.07.2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009
Visitas Monitoradas - Cemitério da Consolação - Por Prefeitura de São Paulo - Serviço de Utilidade Pública
Agendamento de visitas: fone (11) 3396-3832 (Assessoria de Imprensa).
Fonte: Prefeitura de São Paulo - http://portal.prefeitura.sp.gov.br/empresas_autarquias/servico_funerario/arte_tumular/0028
Nota: Sábado promete !!!! =)